Postgres – Pooler de conexão com Cache

Postgres é sensacional, é parrudo e todo mundo sabe que é o “queridinho” para dados hoje em dia. Mas ele não faz milagre. Se você tem uma aplicação que espanca o banco com queries repetitivas (aqueles SELECTs que não mudam quase nunca, mas rodam milhares de vezes por segundo), o seu I/O vai pro espaço, a CPU sobe e a latência vira um pesadelo.

Recentemente, trabalhei em uma adaptação do PG_Dog (um proxy/pooler focado em Postgres) para resolver exatamente esse problema. O “pulo do gato”? Coloquei uma camada de cache chave-valor usando #Redis em paralelo ao pooler.

Por que colocar cache no Pooler?

Se a sua aplicação é legada ou se você tem um time de dev que não quer (ou não pode) mexer no código para implementar cache, você resolve isso no “meio do caminho”. O PG_Dog intercepta a query, vê se ela já foi feita antes e entrega o resultado na velocidade da memória.

A vantagem de usar Redis com Sharding em paralelo é que a gente não cria um novo gargalo. Se um nó de Redis ficar cheio ou sobrecarregado, a carga está distribuída entre vários shards.

Como a mágica acontece?

Basicamente, a estrutura funciona assim:

  1. Identificação: A aplicação manda a query pro PG_Dog.
  2. Hashing: O PG_Dog gera um hash único baseado no SQL e nos parâmetros. Esse hash é a chave.
  3. Check de Cache: Ele consulta os #shards do Redis em paralelo.
  4. Cache Hit: Se o dado estiver lá, ele devolve pro usuário em <5ms. O Postgres nem acorda.
  5. Cache Miss: Se não estiver, ele executa no Postgres, popula o Redis para a próxima e entrega o resultado.

Invalidação?

Claro que temos, funciona assim:

  1. Identificação: A aplicação manda o DML ou DDL pro PG_Dog.
  2. Check de Cache: Ele consulta os #shards do Redis em paralelo.
  3. Cache Delete Se a tabela estiver lá ele deleta a chave ou chaves envolvidas.
  4. No Commit: Se uma transação for aberta mas não comitada eu não limpo o cache.

Por que cache externo?

A vantagem de ter um pooler é poder escalar ele horizontalmente, afinal, não queremos gerar um ponto único de falha no ambiente.

Mas, estalar ele horizontal implica em trazer um outro problema para a mesa, um select pode criar um cache para aquele select, mas e se um DML ou DDL usar um outro pooler para fazer a alteração, como invalidar esse cache para evitar um falso positivo? por isso a ideia de usar um Redis (ou qualquer outro cache que use a mesma tecnologia) externo ao pooler.

O container do pooler fica pequeno e você escala o cache da melhor forma possível. (Shard, Cluster, Single, aí é com você).

    Configuração (Mão na massa)

    Não adianta só falar, tem que mostrar como configura. No arquivo de configuração do seu PG_Dog (que agora aceita múltiplos backends de cache), a coisa fica mais ou menos assim:

    YAML

    # Exemplo de config do PG_Dog com Redis Sharding
    [result_cache]
    enabled = true
    # Redis/Valkey/Dragonfly connection URL.
    redis_url = "redis://127.0.0.1:6379"
    # TTL (seconds). If omitted, PgDog applies a default.
    expire_seconds = 30
    # Don't cache very large results.
    max_entry_bytes = 524288
    # Redis key prefix.
    key_prefix = "pgdog:result_cache"
    # Optional allow/deny lists (regex) to control what gets cached.
    # Unsafe lists take precedence over safe lists.
    cache_safe_schema_list = []
    cache_unsafe_schema_list = []
    cache_safe_table_list = []
    cache_unsafe_table_list = []
    
    

    Na configuração acima você pode ver que da pra personalizar como no PG_Pool2, não fazer cache de tabelas específicas ou de schemas específicos, e por sinal, da pra usar regex caso precise.

    Conclusão

    Essa adaptação transforma o PG_Dog em uma ferramenta de aceleração ativa. Você ganha fôlego no banco de dados principal, economiza em instância de nuvem (RDS/CloudSQL).

    O código está aberto para quem quiser testar, quebrar ou melhorar lá no meu GitHub:

    👉 github.com/bigleka/pgdog

    Ainda estou em fase de testes totalmente Alfa, se alguém tiver coragem de começar a testar e ir encontrando erros é só avisar.

    Postgres – PG_Pool2 Sharding Cache

    Não vou entrar na discussão se o pgbouncer ou o pg_pool2 é isso ou aquilo, melhor ou pior, cada um tem suas qualidades e cada um sabe onde aperta o calo.

    A ideia desse post é mostrar que é possível montar uma estrutura de shard de cache para o pg_pool2 para poder ter balanceamento do pool e conseguir alguma consistência do cache ganhar proveito com isso.

    Começando pelo básico… O pg_pool2 tem uma configuração de cache, ele pode usar um serviço próprio ou o memcached (com tanta opção por aí eles continuam batendo nisso). Ele faz um controle até que bom do cache, invalida se alguma tabela sofre DML, não faz cache se vc escolher algum schema ou tabela específica, no final ele é bem honesto não garante 100% mas tenta entregar alguma coisa.

    Qual seria a vantagem desse cache? se sua aplicação é mais antiga, você não tem como alterar o fonte ou seus devs são preguiçosos e não entendem o porque de usar um cache você consegue fazer isso de forma precária no meio do caminho, diminuindo a carga de consultas repetitivas contra seu banco de dados.

    Existem outras formas de resolver? Até que sim, mas nesse post só vai ter essa.

    Como vamos trabalhar com uma configuração de dois #poolers de conexão, cada #pooler vai executar dois serviços do #memcached.

    O serviço na porta padrão 11211 vai trabalhar como um proxy de conexão enquanto o serviço executando na porta 11212 vai ser o serviço que vai realmente hospedar a chave valor.

    Como o serviço do #pgpool é responsável por criar, consultar e apagar as chaves ele precisa ser capaz de invalidar uma chave devido a uma operação de DML/DDL que passe por ele, se cada pool tiver seu próprio #memcached um não sabe que o outro existe e não tem como invalidar uma possível chave que possa gerar inconsistência.

    O serviço de #proxy do #memcached que vamos usar é o do próprio #memcached
    https://docs.memcached.org/features/proxy/examples/

    mas precisamos ajustar o arquivo de configuração para executar a subida do serviço em uma porta diferente da porta padrão, neste caso vamos fazer a configuração para usar a porta 11212.

    arquivo de configuração do memcached:

    # memcached default config file
    # 2003 - Jay Bonci <jaybonci@debian.org>
    # This configuration file is read by the start-memcached script provided as
    # part of the Debian GNU/Linux distribution.
    
    # Run memcached as a daemon. This command is implied, and is not needed for the
    # daemon to run. See the README.Debian that comes with this package for more
    # information.
    -d
    # Log memcached's output to /var/log/memcached
    logfile /var/log/memcached.log
    
    # Be verbose
    -v
    
    # Be even more verbose (print client commands as well)
    -vv
    
    # Start with a cap of 64 megs of memory. It's reasonable, and the daemon default
    # Note that the daemon will grow to this size, but does not start out holding this much
    # memory
    #-m 64
    -m 12288
    # Default connection port is 11211
    -p 11212
    
    # Run the daemon as root. The start-memcached will default to running as root if no
    # -u command is present in this config file
    -u memcache
    
    # Specify which IP address to listen on. The default is to listen on all IP addresses
    # This parameter is one of the only security measures that memcached has, so make sure
    # it's listening on a firewalled interface.
    #-l 127.0.0.1
    -l 0.0.0.0
    # Limit the number of simultaneous incoming connections. The daemon default is 1024
    # -c 1024
    
    # Lock down all paged memory. Consult with the README and homepage before you do this
    # -k
    
    # Return error when memory is exhausted (rather than removing items)
    # -M
    
    # Maximize core file limit
    # -r
    
    # Use a pidfile
    -P /var/run/memcached/memcached.pid
    

    agora para o ajuste de configuração de proxy, vamos fazer o seguinte:

    instalar dependências

    apt-get install gcc make libevent-dev
    

    baixar a versão compilável

    wget https://memcached.org/latest
    

    copiar, remover a versão baixada que ficou com um nome estranho e descompactar

    cp latest memcached-1.6.39.tar.gz
    rm latest
    tar xzvf memcached-1.6.39.tar.gz
    

    acessar o diretório e configurar a nova versão

    cd memcached-1.6.39.tar.gz
    ./configure --enable-proxy
    

    executar o make, make test e make install (esse processo demora)

    make
    make test
    make install
    

    confirmar que foi habilitado o proxy

    memcached --help | grep proxy
    

    criar um arquivo mc1proxy.lua com o seguinte conteúdo

    pools{
        main = {
            backends = {
                "127.0.0.1:11212",
                "OUTRO_IP:11212",
            }
        }
    }
    
    
    routes{
        default = route_direct{
            child = "main"
        }
    }
    

    **Esse OUTRO_IP é o IP usado no outro nó do instance group do #pgbouncer

    iniciar os serviços do #memcached nos 2 ou mais nós, na porta 11212

    Baixar o protocolo de roteamento no diretório do #memcached

    wget https://raw.githubusercontent.com/memcached/memcached-proxylibs/main/lib/routelib/routelib.lua
    

    iniciar o serviço para ver se tudo funciona

    memcached -o proxy_config=routelib,proxy_arg=mc1proxy.lua -p 11211 -u root
    

    até esse momento os serviços devem estar rodando.
    para testar executar telnet no IP do servidor do pgbouncer na porta 11211

    telnet IP_BOUNCER 11211
    

    a tela deve ficar escura, executar o comando

    watch proxyevents
    

    caso alguma coisa não esteja funcionando ele vai começar a colocar na tela as mensagens de erro
    para parar pressione CTRL + ]

    Então, basicamente, o seu NLB vai fazer sua aplicação acessar um dos pools, esse pool vai acessar o endereço local na porta padrão do memcached que é o proxy e quando ele fizer cache de alguma consulta ele vai fazer o shard desse cache em algum memcached.

    Bonus 1

    O script abaixo é para ser usado na GCP, ele deve ser colocado na secret para ser carregado na maquina caso você use Instance Groups, para ter flexibilidade em adicionar ou remover maquinas do pool.

    A ideia dele é ser executado de forma cíclica a cada X minutos ou segundos, ele vai identificar se existe maquina nova no pool de maquinas do Instance Group, adicionar, remover ou não fazer nada no arquivo Lua do proxy e recarregar o serviço caso precise.

    https://github.com/bigleka/gcp/blob/main/gcp_memcached_balancer.sh

    GCP – CloudSQL – Painel de Governança e updates

    Eu precisava de um lugar fácil para ver todos os bancos de dados na nuvem do Google com informações de versões e atualizações disponíveis e as janelas dessas atualizações.

    Usando como base o python do post [GCP – Executar script em várias instâncias pg], agora é possível listar todas as instâncias em todos os projetos com a versão do banco, qual a atualização disponível e para quando está agendada, bem como a janela de manutenção para a instância.

    Também é possível baixar a informação para um arquivo CSV e ordenar colunas.

    Não é possível aplicar as atualizações através dessa interface justamente para evitar um efeito “ooopppssss”.

    O Script com o código pode ser encontrado em:
    https://github.com/bigleka/gcp/blob/main/dashboard_updates.py

    Atualização 20251231

    Criei uma versão powershell, pra focar na linha de comando e que acaba sendo mais prática já que não precisa de tanta dependência pra rodar.

    https://github.com/bigleka/gcp/blob/main/Get-CloudSQLUpdates.ps1

    é mais rápido, simples, bom,,, é linha de comando, não tem nada melhor.

    GCP – Clonar instâncias entre projetos

    Imagine o seguinte cenário:

    Você organizou a estrutura da sua conta GCP para trabalhar com projetos distintos;

    Fez as TAGs para poder ter os valores corretos por projeto e saber exatamente quanto cada um custa;

    Agora precisa copiar uns bancos que estão em um servidor CloudSQL de um projeto para outro projeto, fácil certo? Até descobrir que a GCP não faz de forma fácil.

    Mas tem outras formas, da pra gerar um backup do banco, mandar para o bucket, copiar o arquivo de um bucket para outro e depois restaurar, ou usar um servidor intermediário, faz a mesma coisa mas manda o arquivo para esse servidor e restaurado no outro, claro que dá, além de tomar tempo e mesmo que você consiga fazer em paralelo, quantos bancos consegue fazer? o servidor aguenta? o GCP tem limite de IO e operações de Leitura/Gravação no CloudSQL, além de inevitavelmente ser lento.

    Eles tem a opção de restaurar um backup da instância em cima de outra instância no mesmo projeto, então deveria ter a opção de fazer a mesma coisa em projetos distintos, no final das contas eles tem, mas tem que ser feito por meio de requisição de API.

    No link abaixo montei um python que vai carregar suas credenciais, listar os projetos que você tem direito de acesso, lista as instâncias, backups das instâncias e ai te ajuda a restaurar esse backup em uma outra instância em qualquer outro CloudSQL de qualquer outro projeto.

    https://github.com/bigleka/gcp/blob/main/gcp_restore_cloud_database_in_another_project.py

    O app é bem simples:

    • Clique em “Carregar Credenciais GCP”;
    • localize o arquivo json gerado pelo comando.
    • gcloud auth application-default login
    • ele vai carregar a lista dos projetos que você tem acesso nas duas listas de “Origem” e “Destino”;
    • Clicando no projeto ele vai listar as instâncias na combobox abaixo da lista dos projetos.
    • Clicando na instância de banco ele vai listar os backups disponíveis, selecione o backup que você quer restaurar na outra instância.
    • Agora faça a mesma coisa no “Destino”, selecione o projeto e a instância.
    • ELE VAI SOBRESCREVER a instância de destino, apagando e restaurando o backup por cima da instância do destino.
    • e clique em “Restaurar”.

    Como o processo é assíncrono, caso você queira acompanhar o status da restauração, vá para o console da GCP e acompanhe de lá.

    GCP – Copiar flags entre instâncias

    Para quem já trabalhou com o GCP CloudSQL sabe a dor de cabeça que é não ter uma forma fácil de gerenciar as flags das instâncias ou uma forma fácil de copiar as flags de uma instância para outra.

    Parece que eles gostam muito de dificultar uma administração que deveria ser simples.

    Bom, no link abaixo eu montei um outro python que carrega a lista de projetos que você tem acesso, lista as instâncias e as flags, ai você pode escolher quais vão ser aplicadas na outra instância e até editá-las antes de aplicar.

    Trabalho em progresso:

    Ainda estou tentando listar quais as flags que são obrigatórias de ter reboot, então, por enquanto, assuma que todas vão causar algum tipo de reboot no destino (mesmo que não causem).

    https://github.com/bigleka/gcp/blob/main/gcp_copy_cloudsql_flags.py

    Eu sou muito fã de linha de comando, mas como as pessoas gostam de interface gráfica, esse python usa o tkinter para montar uma tela zoada para você ser mais feliz.

    Basicamente, deixei todas as dependências que precisam ser instaladas na parte comentada do código.

    GCP – Executa script em várias instâncias PG

    AAAhhh o saudoso SSMS tem uma feature inigualável que é o “Registered Servers“, atende a necessidade de forma incrível.

    As outras ferramentas de administração de banco que tem por ai como DBeaver, DataGrip, PGAdmin, etc., tentam ser generalistas e acabam deixando de ter esse tipo de feature.

    Como esses, longos e longos dias, estou administrando e migrando vários ambientes Postgres na GCP, montei um script em python que usa o streamlit para fazer mais ou menos o que o “Registered Servers” faz, claro que não com toda a glória do SSMS, mas ainda estou trabalhando nisso.

    o código encontra-se no meu repositório do GIT.

    https://github.com/bigleka/gcp/blob/main/prototipo_streamlit_cloudsql.py

    Ele funciona da seguinte forma:

    Usando o arquivo .json, criado através do gcloud, com os dados da sua credencial para usar a API da GCP e listar os projetos e instâncias de bancos de cada projeto que você tem direito de acesso.

    Ai tem um botão para carregar as bases de dados de cada instância, não fiz tudo de uma vez porque sobrecarrega o streamlit.

    Ai usando uma credencia de banco, não a credencial do IAM (pq depende de um monte de configuração que pode ou não estar ajustada na instância) conseguimos executar em paralelo o mesmo script em várias instâncias nos bancos selecionados.

    Problemas conhecidos:

    • Ainda estou trabalhando em ajustar a forma de operação para sessão para conseguir executar scripts que precisam de operação de sessão.
    • Estou vendo o problema dele fechar o grupo do projeto quando seleciono qualquer coisa mesmo tendo selecionado anteriormente alguma coisa, isso não é bem um problema, só é chato.
    • Ajuste já adicionar o status das execuções assim que elas acabarem na barra da esquerda.

    Em testes:

    • autenticação web
    • salvar resultados em csv
    • rodar em docker

    GCP Cloud SQL – Restauração de instância

    Imagine o seguinte cenário:

    No universo de bancos de dados em nuvem, a necessidade de restaurar backups pode surgir devido a várias razões: um erro humano, falha em algum sistema ou até mesmo para criar um ambiente de teste. Independentemente do motivo, ter uma ferramenta que simplifique esse processo é essencial.

    Apesar do Google Cloud Platform (GCP) oferecer uma solução robusta e escalável com o Cloud SQL, a restauração de backups pode ser um processo que exige múltiplos passos e certa familiaridade com a plataforma. Foi pensando nisso que desenvolvi o GCP Restore Tool.

    Por Que Usar o GCP Restore Tool?

    A ferramenta foi projetada com o objetivo de tornar o processo de restauração mais amigável e menos propenso a erros. Com uma interface gráfica intuitiva, você pode selecionar projetos, instâncias e o backup desejado para restaurar com apenas alguns cliques.

    A maior vantagem? Você não precisa ser um expert em GCP ou lidar com comandos complexos. A ferramenta cuida de tudo para você.

    Como Utilizar a Ferramenta

    • Instale a CLI da GCP
    • Abra o terminal e digite:
    • gcloud auth application-default login
    • Você será redirecionado para a tela de autenticação do console da GCP, faça a autenticação.
    • Olhe no terminal e ele terá retornado com algumas informações sobre a localização do arquivo
    • “application_default_credentials.json”
    • Esse arquivo é o que você deve carregar pelo botão “Load GCP Credentials”
    • Na seleção à esquerda, selecione o projeto e a instância de origem nos menus dropdown correspondentes.
    • Clique no botão “Load Backups” e a ferramenta irá listar todos os backups disponíveis para a instância escolhida.
    • Na seção à direita, selecione o projeto e a instância onde deseja restaurar o backup.
    • Após confirmar sua seleção, clique no botão “Restore”. A ferramenta fará todo o trabalho pesado para você, garantindo que o backup selecionado seja restaurado na instância de destino escolhida.

    Este processo só funciona sobrescrevendo uma instância pré-existente, logo, você precisa criar uma instância no projeto de destino ou entender que esta atividade vai sobrescrever a instância de destino, tenha certeza de ter selecionado a instância certa.

    Se tudo der certo, você vai receber uma mensagem que o processo foi enviado para a GCP, todo o processo ocorre em background pela GCP, então acompanhe pelo portal para saber o status da atividade.

    No final, a instância restaurada vai ter o nome, IP, etc da instância que ela sobrescreveu, mas todos os usuários, senhas, bancos, ajustes pontuais, etc. da instância original.

    Você pode baixar e acessar o código fonte no GitHub.

    ATENÇÃO !!!

    A ferramenta está em testes, então faça testes antes de executar a operação em produção.

    Execute por sua conta e risco.