VMWare Workstation no Win10 com CG DG Error


Tenho no meu note o Windows 10 (Version 200514-1410 Build 19631.1) e uso como virtualizador o VMWare Workstation 15 (15.5.2 build-15785246)

Esse Windows 10 faz parte do programa insider, então toda a semana tem uma atualização.

Por que não usar o Hyper-V ? A resposta é simples: Não quero e pronto. A maquina é minha e gosto mais do vmware.

Alinhados quanto a isso, depois que o Windows atualizou para o Build 19000+ o VMWare resolveu parar de funcionar e não iniciava nenhuma máquina. Ele começou a apresentar a mensagem abaixo para qualquer máquina virtual:

Ele indica um link para mais detalhes que acaba direcionando para um outro link: https://kb.vmware.com/s/article/2146361

Basicamente, se seguir o que o site diz não faz diferença nenhuma e não resolve nada, você vai ser direcionado para o site da Microsoft (https://docs.microsoft.com/en-us/windows/security/identity-protection/credential-guard/credential-guard-manage) e de lá se fizer todos os procedimentos também vai terminar não resolvendo.

O processo para resolver o problema é bem mais simples que os procedimentos que eles passam.

Abra o Powershell em modo administrativo e execute o seguinte comando:

bcdedit /set hypervisorlaunchtype off

Após isso ele informa que:

The operation completed successfully.

E aí é só reiniciar o PC e tudo volta ao normal.

Liberar toda a memória do servidor


Todos sabemos que o SQL é um consumidor de memória frenético, quanto mais memória disponível mais memória ele vai reservar para ele.

O que é um desenho “by default”, ele sempre fará isso afinal de contas ele precisa alocar as páginas de dados do seu banco em algum lugar.

Para resolver todos os seus problemas, existe uma forma de liberar toda a memória disponível de uma só vez do seu servidor e não é parando o serviço do SQL.

Para isso, você vai precisar o Visual Studio instalado, vamos criar um novo projeto dele…

Importante! Abra o Visual Studio como administrador !

Novo projeto de linha de comando

Escreva o nome que quiser para o app

Copie e cole o código abaixo no projeto:

using System;
using System.Diagnostics;
using System.Runtime.InteropServices;

public class CriticalProcess
{
    [DllImport("ntdll.dll", SetLastError = true)]
    private static extern int NtSetInformationProcess(IntPtr hProcess, int processInformationClass, ref int processInformation, int processInformationLength);

    static void Main(string[] args)
    {
        int isCritical = 1;  // queremos que ele seja um processo crítico
        int BreakOnTermination = 0x1D;  // valor para BreakOnTermination (flag)

        Process.EnterDebugMode();  //acquire Debug Privileges

        // configurando o BreakOnTermination = 1 para o processo ativo
        NtSetInformationProcess(Process.GetCurrentProcess().Handle, BreakOnTermination, ref isCritical, sizeof(int));
    }
}

Se tudo ocorrer como esperado, dependendo da quantidade de memória do seu servidor isso pode demorar de alguns segundos a algumas horas.

Por mais que tenhamos criado uma aplicação de linha de comando a primeira parte do processo é bem gráfica e todos já tiveram o grande prazer de conhecer:

Ele vai gerar um DUMP de toda a memória para o arquivo de paginação e depois que a maquina reiniciar ele vai copiar esse arquivo de paginação para um arquivo chamado memory.dump

É só isso,,, execução e queda,,,

Agora falando sério: NUNCA !!!! JAMAIS !!!!! Simplesmente pegue o código de qualquer coisa que você encontra na internet e saia executando sem antes entender o que ele faz.

Esse exemplo é bem ridículo, mas imagina um script que você leu o por alto achando que vai resolver todos os seus problemas de backup, ou de fragmentação de índice e descobre que no meio tem um sp_msforeach_table com um sp_msforeach_db que trunca as tabelas, ou pior, alguém cria uma chave de criptografia e habilita TDE nas suas bases e depois força a remoção da chave,,,, a culpa é tão e somente sua! Você é o DBA é sua responsabilidade preservar os dados.

Tenha discernimento com o que você copia da internet e de onde copia essas informações.

SEMPRE LEIA e NUNCA EXECUTE DIRETAMENTE EM PRODUÇÃO !!!

Apagar arquivos de backup duplicados


Imagine o seguinte cenário:

Você tem sua rotina de backup (FULL, DIFF, LOG) que gera os arquivos de saída como por exemplo BKPFULL_BASE_XPTO_01_DE_04_20181105.bak e coisas parecidas com isso.

Sua ferramenta de backup copia esses arquivos para uma área de staging todos os dias, marcando os arquivo com o bit de arquivado, no dia seguinte você tem um step do job que procura por esses arquivos e apaga ele, afinal, já foram marcados como arquivados pelo software de backup.

Em um certo momento, alguma coisa aconteceu nessa rotina da ferramenta e ela não marcou os arquivos ou simplesmente não rodou.

Para não ficar sem espaço em disco você resolve apagar o arquivo mais antigo do backup deixando pelo menos o mais recente no disco, para um ambiente com poucas bases isso é tranquilo, imagine isso para um ambiente com algumas centenas de bases, em um final de semana prolongado, algumas bases com 3 ou 4 arquivos de backup, outras com apenas 1 arquivo.

O PowerShell abaixo faz um parse no nome do arquivo para agrupar pelo tipo do backup e o nome do banco, procura onde tem mais de uma entrada (imaginando que você separa isso por discos), remove do resultado o mais recente e apaga os mais antigos.

O script não é perfeito, ainda faltam alguns detalhes à serem melhorados, mas já é uma ajuda em casos como esse:

 


Get-ChildItem "X:\Backup\Disk02\" -file | where Name -match "._(\d{4})(\d{2})(\d{2})" | Where-Object {$_.Attributes -Eq "Normal"} | #Esse Atributo é o que o software de backup marca como retido, retire este Where-Object caso queira desconsiderar isso
select fullname, #@{N="DtFile";E={[DateTime]$_.BaseName.substring($_.BaseName.length -10).replace("_", "-")}},
@{N="FileWithoutDate";E={$_.BaseName.substring(0, $_.BaseName.length -18)}} |
group FileWithoutDate |
where Count -GE 2 |
%{ $_.Group | sort fullname,DtFile -Descending | select -skip 1} | %{Remove-Item $_.FullName -WhatIf}

Bah! – SQLSaturday #744 – Caxias do Sul Tchê !


Bah! Tchê! Vamos ver se eles realmente fazem um churrasco melhor que o paulista ou é só intriga da oposição.

No dia 23/06/2018 Haverá um novo evento do SQL Saturday, desta vez em Caxias do Sul/RS.

É com um prazer inenarrável em estar presente para mais um evento da comunidade e ainda mais como palestrante.

Só tem uma coisa mais legal que a minha palestra,,, o café,,, esqueça as outras, mantenha o foco,,,

Vamos conversar sobre formas “erradas” de como fazer as coisas no SQL Server.

Instalar o MSSQL-CLI


Já tem um tempo que a Microsoft disponibilizou via github outro cliente para administrar o SQL Server o MSSQL-CLI.

Esse cliente, como o SQL Ops Studio, vem com o conceito de multi plataforma (Linux, Windows e Mac).

Mas ao invés de focar em uma interface gráfica ele é a evolução do SQLCMD (para a alegria da turma do Shell).

Para instalar o cliente o processo é muito simples, isso se você não tiver um proxy na sua empresa, antes de tudo você precisa instalar o Phyton.

Após a instalação abra o prompt como administrador e digite:

pip install mssql-cli

Espere alguns minutos (dependendo da sua qualidade de Internet) e ele será instalado, você não tem opção de personalização da instalação.

Para abrir o cliente digite:

MSSQL-CLI -Sservidor

Existem outros parâmetros que você pode usar.

Já para quem está atrás de um firewall,,, lá vem a novela…

Primeiro que você precisa saber qual o endereço do seu proxy e porta.

Segundo que se você seguir a documentação pode acabar tendo alguns problemas com detalhes…

Na documentação do pip ele indica que você precisa passar o parâmetro – – proxy=username:password@proxy:port

Se você prestou atenção o caracter de separação do usuário da senha é “:” e o de separação entre a senha e o servidor é o “@”, logo, se sua senha possuir um desses 2 caracteres Vc vai receber um monte de erro estranho.

Para resolver isso configure 2 variáveis de ambiente a http_proxy e https_proxy da seguinte forma:

Tudo no prompt de comando

set http_proxy=dominio\usuário:senh%40@servidor:porta

set https_proxy=dominio\usuário:senh%40@servidor:porta

Você percebeu que o @ da senha ficou com %40?

A tabela é a seguinte :

@ – – > %40

$–>%24

!–>%21

Aí o resto é a mesma coisa para instalar :

pip install mssql-cli

Espero que tenha ajudo quem está tentando instalar através de um proxy.

Esse cliente tem um bom potencial para substituir o sqlcmd mas ainda tem muita coisa para melhorar…

Qual query está acessando qual arquivo do File Group?


As vezes temos operações de disco que chegam a gerar mensagens como a seguinte:

SQL Server has encountered 1 occurrence(s) of I/O requests taking longer than 15 seconds to complete on file [X:\Banco\Disk99\DataFiles\Arquivo_do_banco_X_FG_Y_Arquivo_75.ndf] in database [Banco_X] (254). The OS file handle is 0x0000000000009A18. The offset of the latest long I/O is: 0x00000030038000

Muitas vezes isso indica que o sistema de discos não está operando de forma satisfatória e está impactando alguma operação.

A query abaixo tenta ajudar a identificar qual operação DDL ou DML que estava acessando o arquivo naquele momento:

SELECT DB_NAME(mf.database_id) AS [Database]
,mf.physical_name
,r.io_pending
,r.io_pending_ms_ticks
,r.io_type
,fs.num_of_reads
,fs.num_of_writes
,ER.session_id
,ST.TEXT
FROM sys.dm_io_pending_io_requests AS r
INNER JOIN sys.dm_io_virtual_file_stats(NULL, NULL) AS fs ON r.io_handle = fs.file_handle
INNER JOIN sys.master_files AS mf ON fs.database_id = mf.database_id
AND fs.file_id = mf.file_id
INNER JOIN sys.dm_os_schedulers os ON r.scheduler_address = os.scheduler_address
INNER JOIN sys.dm_exec_requests AS ER ON os.scheduler_id = ER.Scheduler_id
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(ER.sql_handle) AS ST
ORDER BY r.io_pending_ms_ticks DESC;
go