SQLPASS – Keynote D2


08h10 – Hoje é o kilt day,,,,

08h18 – Hoje tem um monte de agradecimento para as pessoas que ajudam o evento a ser realizado

08h25 – O Pessoal apresentou um vídeo sobre as qualidades mais interessante para as pessoas sobre o sql,,, muitas das pessoas são de instituições bancárias,,,,

08h30 – O VP está falando sobre as novidades do SQL Server 2012, começou falando sobre as novidades de alta disponibilidade, que por sinal realmente é bem interessante

Agora o VP da MSC está falando sobre a utilização deles do SQL, comentando a necessidades deles de nunca poder parar de acessar os dados.

08h40 – O pessoal esta mostrando como configurar o modo Always-On do SQL 2012,,, isso é simplesmente muito bom,,,,

08h53 – Até que enfim alguém está fazendo exemplos sem usar Excel,,, e pra ajudar a mina vira e manda uma: “Da pra fazer pelo GUI, mas sou da velha guarda, então olhem o código aqui,,,”

09h00 – Agora vamos ver o appliance com SQL,,, um hardware tunado para rodar banco,,,, só banco,,,, e mais nada além de banco,,,, isso é um sonho? SQL Server Parallel Data warehouse,,,, agora não é só HP,,, a DELL também tem hardware pra isso,,, é uma pena que isso, se um dia chegar ao Brasil, vai ser muito caro,,,,

09h16 – Anuncio do driver de ODBC para linux,,,, já que tem um monte de gente desenvolvendo para linux, pelo menos acessem uma base decente sem usar a droga do jdbc,,,

09h30 – trouxemos a chuva para Seattle,,, afinal,,, muito SQL Azure  da nisso,,,,

09h40 – O pessoal anunciou que o SQL Azure vai aceitar bases até 150gb,,, e em qualquer collation,,, vamos ver se ele começa a fazer alguma sombra no Brasil,,,

SQLPASS – Chegamos no esquema


11/10/11 – Fizemos o checkin do evento,,, como começo a ficar de costume, nos meus brindes veio faltando alguma coisa,,, no voo foi o fone de ouvido,,, daqui foi a cordinha para o crachá.

12/10/11 – Chegamos no evento,,, um monte de gente,,, já na escada rolante escuramos alguns brasileiros,,,

08h13 – muita gente no salão para o keynote,,, esse pessoal é muito estranho,,, só sabem falar inglês,,, q coisa chata,,, uahuahauhauha e nada de começar….

08h17 – começa com um video de pessoas falando sobre o significado do evento,,,

08h19 – apareceu o presidente do SQLPASS (Rushabh Mehta),,, ele está falando sobre a comunidade,,, mostrando quem faz parte do border,,, ele disse que o twitter está acima da capacidade,,, alguém precisa dizer pra ele que o wireless daqui não está aguentando a quantidade de gente,,,

08h27 – 189 seções, 204 palestrantes,,, e muita gente,,, no folheto dentro da mala mostra onde estão as salas interessantes,,, e qual o nível do treinamento,,,,

08h36 – basicamente uma explicação do evento,,, até que foi legal…

08h37 – Agora o Sr. vice presidente de produtos MS, Ted Kummert,,,

08h39 – The New World of Data, Ted Kummert está falando sobre que a menina dos olhos é Cloud,,, até aí,,, qual a novidade?,,

08h42 – 400k horas, 79k membros, 300 mvps,,, é coisa de gente grande,,,,

08h45 – Ted Kummert, está falando sobre os 3 pilares do SQL Server Denali.

08h50 – Agora o SQL Server Denali tem um nome oficial,,, SQL Server 2012 (esse pessoal é muito criativo,,,) e pelo que ele disse vai ser lançado no começo do ano que vem (isso vai ser uma grande novidade)

08h57 – Vamos ter outra versão do Azure até o final do ano,,, com novos tipos de dados….

09h07 – Denny Lee está demonstrando algumas novas consultas usando como exemplo o excel…

09h13 – Agora tem um pouco de SQL Azure labs…. vamos ver que zona vai sair disso,,,

09h18 – Mais exemplos com excel,,,, nós já sabemos que podemos extrair muitos dados, gerar relatórios e fazer uma festa com o excel acessando SQL,,, mas poxa, não viemos até aqui pra brincar com Excel,,, quero ver SQL,,,

09h26 – Agora pra que estudar para BI? qualquer criança que conheça um pouquinho de excel vai conseguir fazer qualquer coisa com acesso aos dados,,, até que não é ruim,,, o problema é que essa liberdade para o usuário, que na maior parte das vezes toma piau pra conseguir mandar um email, pode gerar mais dificuldades do que facilidades… O usuário tem que aprender a saber o que quer antes de ter a liberdade de acessar o que ele quer,,,, sem treinamento isso pode se tornar mais em problema do que liberdade,,,

09h37 – Amir Nets faz umas apresentações muito boas…. as apresentações de BI dele são muito boas…

09h55 bem no final da apresentação do Amir Netz, o tablet não consegue conectar na internet,,, e para tora a apresentação,,, uhauhauhaua, vir em uma apresentação com produtos MS e ela não ter problema? não tem graça,,,

09h57 – fim do keynote,,, agora vamos ver as outras coisas,,,

Um bom programa para quebra galho


Estava revirando uns arquivos no meu HD externo e achei um programa muito legal para

conexão ODBC.

Antes de falar do programa,,, a historinha…

Conheci uma vez uma empresa que o pessoal não deixava acessar o servidor com SQL por TS nem SSMS,,,

Perguntei pra eles como eu iria ajudar a identificar os problemas se não podia fazer muita coisa… me explicaram que era política da empresa, eu poderia acessar de qualquer outra forma, mas não poderia conectar meu note da rede nem instalar qualquer aplicativo na estação…

Foi com essa necessidade que conheci o ODBC QueryTool,,, ele é um programinha bem legal… de graça e funciona sem precisar instalar nada…

1_app

Você pode usar uma conexão existente de ODBC ou criar uma na hora…

2_connect

Como um quebra-galho para esse tipo de situação,,, acho que ele server para dar uma ajuda…

3_query

Você pode usar ele também para testar as conexões das estações cliente, com as restrições de usuário, restrições do SQL,,,

configurando o ODBC com as devidas informações, eu mostrei para um cliente como a aplicação iria se comportar com o fail-over das bases mirror.

Você pode baixar no site do SourceForge, ou no meu Skydrive, esse é um dos programas que vale a pena ter no pendrive.

T-SQL Tuesday #23 – Joins


Para o pessoal não ficar corrido entre escrever uns posts meia boca e se preocupar com os preparativos para o SQLPASS, o pessoal resolveu dar uma adiantada no T-SQL Tuesday desse mês,,,

Este mês ele é hospedado por Stuart Ainsworth (Blog | Twitter) e fala sobre joins..

Quer saber mais sobre Joins?

Vamos lá,,,

meu exemplo é bem simples,,, mostra os waits que estão acontecendo no SQL…

select
w.session_id,
w.wait_duration_ms,
w.wait_type,
w.blocking_session_id,
w.resource_description,
s.program_name,
t.text,
t.dbid,
s.cpu_time,
s.memory_usage
from sys.dm_os_waiting_tasks w
inner join sys.dm_exec_sessions s on
w.session_id = s.session_id
inner join sys.dm_exec_requests r on
s.session_id = r.session_id
outer apply sys.dm_exec_sql_text (r.sql_handle) t
where s.is_user_process = 1

Ele vai tentar associar a requisição ao wait.

Malditos SQL Aliases


Estava em um cliente montando uma estratégia para migração de 2 instâncias de SQL 2000 para uma única instância de SQL 2005… até aí tranquilo,,, certo?

Listamos os linked servers, jobs, usuários e senhas, bases, collation,,, etc,,, tudo quase pronto pra migração….

Ai, lembrei de um detalhe… algumas bases estavam em uma instância default do SQL,,, e vamos migrar todas para um SQL em uma instância,,, ai vem o problema:

  1. Aplicações antigas
  2. Algumas não possuem código fonte
  3. Outras precisam de projeto para alterar o fonte
  4. Muitas estações com o aplicativo
  5. etc..

Legal,,, iai? Só criar o SQL Aliases (Iniciar>Executar>Cliconfg)? boa,,, pena que tem que criar em maquina a maquina,,, Redirecionar DNS? até funcionaria se o outro SQL não tivesse instância. Poderíamos alterar o DNS e “adicionar o servidor” com o sp_addserver (sp_addserver ‘nome_do_host’, local, duplicate_ok) o problema é que a instância tem que escutar a 1433, até ai nenhum grande problema, adiciona como porta secundária.

como fazer o deploy de aliases rápido? Policy… cria uma chave de registro e adiciona o aliases…

  • “HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\MSSQLServer\Client\ConnectTo”
  • Nome:”Nome_do_alias”
  • Tipo: Sequencia
  • Valor: “DBMSSOCN,ServidorX\Instancia,1433”

Outra forma, utilizar um “proxy” de SQL,,, tipo F5, Green SQL,,,

TableDiff


Imagine a situação do post Corrompendo um Banco SQLmas na vida real,,,

Você chega um belo dia na empresa e, lê nos seus emails que, o SQL apresentou falha na estrutura de dados e algumas páginas de dados podem ter sido corrompidas,,,

Como um bom DBA, você corre para ver se o backup da noite foi feito, se os backups de transaction log também estão sendo feitos e descobre que sim,,,, todos os arquivos necessários para restaurar o banco estão lá,,,

Legal,,, mas,,, e agora? dependendo da utilização do banco você pode restaurar o backup da madrugada, os de log até o horário do problema e dali pra frente o que der pra fazer…

Em outros casos,,, você não pode se dar ao luxo de perder informação,,,,

Uma das formas seria executar o restore do banco em outro lugar, ou na mesma instância mas com outro nome, executar o checkdb e remover a página com problema e trazer a diferença dos dados,,, até aqui nada tão complicado,,, tirando o fato de se a tabela for muito grande, ou muito complexa e a query para mostrar essa diferença for muito complicado…

Para ajudar a resolver esse problema, o SQL possui uma ferramenta bem interessante chamada TableDiff.

O conceito dela é bem simples: Instância de origem, base de origem, tabela de origem, Instância de destino, base de destino, tabela de destino e o que você quer fazer…

Ex:

"C:\Program Files\Microsoft SQL Server\90\COM\tablediff.exe" -sourceserver MyServer1
                                                             -sourcedatabase MyDatabase1
                                                             -sourcetable MyTable1
                                                             -destinationserver MyServer1
                                                             -destinationdatabase MyDatabase1
                                                             -destinationtable MyTable2
                                                             -et DiffsTable

 

Nesse outro exemplo ele gera um arquivo com INSER/UPDATE/DELETE

"C:\Program Files\Microsoft SQL Server\90\COM\tablediff.exe" -sourceserver MyServer1
                                                             -sourcedatabase MyDatabase1
                                                             -sourcetable MyTable1
                                                             -destinationserver MyServer1
                                                             -destinationdatabase MyDatabase1
                                                             -destinationtable MyTable2
                                                             -et DiffsTable
                                                             -f d:\MyTable1_MyTable2_diff.sql

 

Simples certo? em teoria não é muito complicado…

Da pra deixar mais fácil? sim,,, com certeza…

O Sr. Mladen Prajdic (Blog | Twitter) desenvolveu uma interface bem interessante para ajudar na utilização do executável…

O link para download pode ser encontrado no post aqui, ou diretamente aqui.

O aplicativo é bem simples de usar, o ponto de atenção é que você precisa indicar onde está o executável do TableDiff.exe.

tablediffgui

Ele é bem auto-explicativo, pequeno e o principal,,, é de graça !!!

Vale gastar uns minutos para aprender a usar ele, vai que em um dia de emergência você precisa de uma ajuda rápida para solucionar um problema, ou ver a diferenças nas tabelas do seu logshipping….

Catalogar objetos


Esse código faz parte daquele tipo de código para gerar documentação.

Não faz nada muito complexo, apenas mostra o objeto, quem é dono, que tipo e quando foi criado.

SELECT   [NAME]          AS OBJECT_NAME,
           USER_NAME(UID)  AS OWNER,
           TYPE = CASE
                    WHEN XTYPE = 'u' THEN 'table'
                    WHEN XTYPE = 'c' THEN 'check constraint'
                    WHEN XTYPE = 'd' THEN 'default constraint'
                    WHEN XTYPE = 'f' THEN 'foreign key constraint'
                    WHEN XTYPE = 'fn' THEN 'scalar function'
                    WHEN XTYPE = 'if' THEN 'inline table function'
                    WHEN XTYPE = 'p' THEN 'stored procedure'
                    WHEN XTYPE = 'pk' THEN 'primary key'
                    WHEN XTYPE = 'tf' THEN 'table function'
                    WHEN XTYPE = 'tr' THEN 'trigger'
                    WHEN XTYPE = 'uq' THEN 'unique constraint'
                    WHEN XTYPE = 'v' THEN 'view'
                  END,
           CRDATE          AS CREATION_DATE
  FROM     SYSOBJECTS
  WHERE    XTYPE IN ('u','c','d','f',
                     'fn','if','p','pk',
                     'tf','tr','u','uq',
                     'v')
ORDER BY XTYPE

 

Estou fazendo index scan sim, idaí?


Complementando o Post Procurando por conversão implícita sobre a apresentação do Marcos Freccia (Blog | Twitter)  “10 coisas que todo desenvolvedor deveria saber sobre SQL Server

Um dos grandes problemas dessa conversão é o SQL utilizar index scan ao invés de index seek.

Esse código mostra consultas que estão executado Index Scan por motivos de Conversões Implícitas.

with XMLNAMESPACES
('http://schemas.microsoft.com/sqlserver/2004/07/showplan' as sql)
select
total_worker_time/execution_count AS AvgCPU
, total_elapsed_time/execution_count AS AvgDuration
, (total_logical_reads+total_physical_reads)/execution_count AS AvgReads
, execution_count
, SUBSTRING(st.TEXT, (qs.statement_start_offset/2)+1 , ((CASE
qs.statement_end_offset WHEN -1 THEN datalength(st.TEXT) ELSE
qs.statement_end_offset END - qs.statement_start_offset)/2) + 1) AS txt
, qs.max_elapsed_time
, db_name(qp.dbid) as database_name
, quotename(object_schema_name(qp.objectid, qp.dbid)) + N'.' +
quotename(object_name(qp.objectid, qp.dbid)) as obj_name
, qp.query_plan.value(
N'(/sql:ShowPlanXML/sql:BatchSequence/sql:Batch/sql:Statements/sql:StmtSimple[@StatementType = "SELECT"]/sql:QueryPlan/sql:RelOp/descendant::*/sql:ScalarOperator[contains(@ScalarString, "CONVERT_IMPLICIT")])[1]/@ScalarString', 'nvarchar(4000)' ) as scalar_string
, qp.query_plan
from sys.dm_exec_query_stats as qs
cross apply sys.dm_exec_query_plan(qs.plan_handle) as qp
cross apply sys.dm_exec_sql_text(qs.sql_handle) st
where qp.query_plan.exist(
N'/sql:ShowPlanXML/sql:BatchSequence/sql:Batch/sql:Statements/sql:StmtSimple[@StatementType = "SELECT"]/sql:QueryPlan/sql:RelOp/sql:IndexScan/descendant::*/sql:ScalarOperator[contains(@ScalarString, "CONVERT_IMPLICIT")]' ) = 1;

Gerador de Senhas


Esse é um código antigo que estava escondido no HD.

Bem simples e usual.

/*
Versao: 1.0
Data: 20100302
Por: Ricardo Leka
Site: http://leka.com.br
email: ricardo@leka.com.br
twitter: @bigleka
*/
/*
Gerador de Senhas
Pode gerar senhas com quantidades minima e maxima de caracteres
com numeros ou complexidade
*/
DECLARE
  @complex tinyint
  , @minlen tinyint
  , @maxlen tinyint  

SET @minlen = 4 --tamanho minimo da senha
SET @maxlen = 8 --tamanho maximo da senha
SET @complex = 4
-- 1 todas as letras minusculas
-- 2 inclui letras maiusculas
-- 3 inclui numeos
-- 4 inclui caracteres especiais

DECLARE
  @password varchar(12)
  , @len tinyint
  , @type  tinyint
  , @type2 tinyint

SET @len = 0
SET @password = ''
WHILE @len NOT BETWEEN @minlen and @maxlen
  BEGIN
    SET @len = ROUND(1 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * @maxlen), 0) + 1
  END
WHILE @len > 0
  BEGIN
    DECLARE @newchar CHAR(1)
    SET @type = ROUND(1 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * (@complex - 1)), 0)
    IF @type = 1
      SET @newchar = CHAR(ROUND(97 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 25), 0))
    IF @type = 2
      SET @newchar = CHAR(ROUND(65 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 25), 0))
    IF @type = 3
      SET @newchar = CHAR(ROUND(48 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 9), 0))
    IF @type = 4
      BEGIN
        SET @type2 = ROUND(1 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 3), 0)
        IF @type2 = 1
          SET @newchar = CHAR(ROUND(33 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 14), 0))
        IF @type2 = 2
          SET @newchar = CHAR(ROUND(58 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 6), 0))
        IF @type2 = 3
          SET @newchar = CHAR(ROUND(91 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 5), 0))
        IF @type2 = 4
          SET @newchar = CHAR(ROUND(123 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 3), 0))
      END
-- remove caracteres que podem ser confundidos com outros
    IF @newchar NOT IN ('b', 'l', 'o', 's', 'I', 'O', 'S', '0', '1', '!', '''', '.', ',', '/', '`', '\', '|')
      BEGIN
        SET @password = @password + @newchar
        SET @len = @len - 1
      END
  END
SELECT @password as Senha

[Vídeo] Instant File Initialization


Já vou logo avisando:

  • Não assista esse vídeo depois das 22h,,, não me responsabilizo por pesadelos,,,
  • Não assista perto dos seus filhos,,, é mais feio que o bicho papão,,,
  • Não assista no trabalho,,, seus colegas já sofrem tendo que trabalhar com você,,,,
  • Meu primeiro vídeo,,, Gravei o vídeo as 4am,,, estava com muito sono,,,

Se, depois de tudo isso, clicar em Play não me responsabilizo por absolutamente nada,,,

Instant file initialization from Ricardo Leka on Vimeo.

1807


Atualmente meu notebook (também conhecido como desktop porque a bateria já era) não tem muita capacidade de suportar alguns testes,,, (Acer Aspire 5050 – AMD Turion 1 core, 1.9GB RAM, 35GB HD),,,

Então tentei fazer uma coisa interessante,,,, criar um banco e apontar os arquivos para meu storage (QNAP TS-110),,,

Tenho 2 instâncias de SQL instaladas nesse note, 1 SQL Server 2008 R2 e 1 SQL Server 2005.

Claro que no 2008 R2 funcionou e no 2005 não…

yep2008

nop

Ai lembrei que para o SQL 2005 (e para o 2008 sem ser R2) criar uma base em local UNC eu precisava habilitar a trace flag 1807. Feito isso conseguir criar a base sem problema.

yep

Achei interessante relembrar isso, pois vai que uma hora qualquer alguém precisa, ou para fazer um LAB ou por falta de espaço (meu caso) você sempre tem uma alternativa… e muita gente nem lembra dessa possibilidade…

T-SQL Tuesday #21 – Depois arrumo esse código,,,


Dessa vez o anfitrião do T-SQL Tuesday é o próprio idealizador Adam Machanic (Blog | Twitter).

E de uma forma diferente, não é na Terça-feira,,, por quê?

Porque não importa, desde que funcione pode ser zuado mesmo,,, o tópico desse mês é sobre “mostrar seu código lixo para o mundo”,,,

Todo mundo já escreveu um código uma vez ou outra,,,, todo o DBA tem aquele conjunto de scripts que o ajudam a identificar alguns problemas, fazer um tunning, arrumar alguma coisa,,, E com certeza todo mundo tem aquele código que hoje, pega para olha e começa a dar risada de como é que teve coragem de fazer uma coisa como aquela…

Meu exemplo é bem simples, O código é horrível, demora demais mas, funciona,,,

Ele troca os dados de posição de uma coluna específica.

WITH cteTableTel AS (
    SELECT
        ROW_NUMBER() OVER (ORDER BY NEWID()) AS n,
        SOBRENOME
    FROM CLIENTES
    )
UPDATE CLIENTES
   SET ENDERECO = (
       SELECT ENDERECO
       FROM cteTableTel
       WHERE cteTableTel.n = CLIENTES.ID)
Esse código funciona, não é nada bonito, não é performático, mas para a necessidade de uma base de treino com dados reais ele ajuda bastante,,,
Se você percebeu ele tem um problema,,, sabe qual é?
Como você garante que todas as linhas da tabela de clientes realmente estão em uma sequencia? Você pode ter apagado algum registro uma hora ou outra,,, Logo, haverá cliente que o endereço não vai ser atualizado,,
Já sei, você nem reparou nesse problema,,, você deve estar pensando: “por que ele esta fazendo um update na tabela de clientes se ele está usando uma CTE?”, ou também, “Legal, ele está fazendo isso em uma tabela que tem algum tipo de ID e quando tem aquelas tabelas que não da pra usar nada de referencia?”
Como eu disse, ele não é performático, e eu nem tinha me atentado nesses detalhes na época,,,  Houveram duas situações que me refizeram rever esse código: o primeiro caso dos usuários que não tinham os dados alteradores e o último… ai com muita vontade resolvi reescrever,,,
E ele ficou mais ou menos assim:
;WITH cte AS (
    SELECT
        ROW_NUMBER() OVER (ORDER BY NEWID()) AS n1,
        ROW_NUMBER() OVER (order by SOBRENOME) AS n2,
        SOBRENOME
    FROM CLIENTES
    )
UPDATE c1
   SET SOBRENOME = c2.SOBRENOME
   from cte as c1
   inner join cte as c2
   on c1.n1 = c2.n2

Dessa vez não tem problema com o usuário sem o dado alterado, performance melhorada em quase 90% e pouco importa se a tabela em algum registro para referencia,,,

Eu comparei a execução dos 2 códigos em uma tabela com um pouco mais de  3 milhões de linhas e o segundo código demorou quase 4 horas para finalizar,,, já o primeiro código eu parei a execução dele depois de 2 SEMANAS executando.

Tenho códigos piores no meu repositório? claro que sim. Esse é apenas um exemplo de um dos piores que já fiz…

Qual é o seu? tem coragem mostrar?

Procurando por conversão implícita


Assistindo ontem a apresentação do Marcos Freccia (Blog | Twitter) sobre “10 coisas que todo desenvolvedor deveria saber sobre SQL Server” alguém perguntou como ver as conversões implícitas que estão sendo executadas no SQL,,, ou alguma coisa assim,,,

Então, segue um script rapidão que mostra as conversões,,, o chato desse script é que ele tem que ser executado por banco,,,

Vou tentar montar um outro que traga a informação de todos os bancos,,,

SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ UNCOMMITTED 

DECLARE @dbname SYSNAME
SET @dbname = QUOTENAME(DB_NAME()); 

WITH XMLNAMESPACES
   (DEFAULT 'http://schemas.microsoft.com/sqlserver/2004/07/showplan')
SELECT
   stmt.value('(@StatementText)[1]', 'varchar(max)'),
   t.value('(ScalarOperator/Identifier/ColumnReference/@Schema)[1]', 'varchar(128)'),
   t.value('(ScalarOperator/Identifier/ColumnReference/@Table)[1]', 'varchar(128)'),
   t.value('(ScalarOperator/Identifier/ColumnReference/@Column)[1]', 'varchar(128)'),
   ic.DATA_TYPE AS ConvertFrom,
   ic.CHARACTER_MAXIMUM_LENGTH AS ConvertFromLength,
   t.value('(@DataType)[1]', 'varchar(128)') AS ConvertTo,
   t.value('(@Length)[1]', 'int') AS ConvertToLength,
   query_plan
FROM sys.dm_exec_cached_plans AS cp
CROSS APPLY sys.dm_exec_query_plan(plan_handle) AS qp
CROSS APPLY query_plan.nodes('/ShowPlanXML/BatchSequence/Batch/Statements/StmtSimple') AS batch(stmt)
CROSS APPLY stmt.nodes('.//Convert[@Implicit="1"]') AS n(t)
JOIN INFORMATION_SCHEMA.COLUMNS AS ic
   ON QUOTENAME(ic.TABLE_SCHEMA) = t.value('(ScalarOperator/Identifier/ColumnReference/@Schema)[1]', 'varchar(128)')
   AND QUOTENAME(ic.TABLE_NAME) = t.value('(ScalarOperator/Identifier/ColumnReference/@Table)[1]', 'varchar(128)')
   AND ic.COLUMN_NAME = t.value('(ScalarOperator/Identifier/ColumnReference/@Column)[1]', 'varchar(128)')
WHERE t.exist('ScalarOperator/Identifier/ColumnReference[@Database=sql:variable("@dbname")][@Schema!="[sys]"]') = 1

Histórico de Backup


Quem faz manutenção do MSDB regularmente? Ou tem algum job agendado para fazer o trabalho, levanta a mão.

\o/ <- não parece mas é um boneco com as duas mãos levantadas,,,

Coloquem o resultado do script abaixo nos comentários e vamos ver quem tem o histórico mais antigo…

select top 1 backup_start_date
from msdb.dbo.backupset with (nolock)
order by backup_set_id asc

T-SQL Tuesday #20 – Melhores Práticas


Neste mês o tema escolhido pelo Sr. Amit Banerjee (blog | twitter) foi: Melhores Práticas,,,

A algum tempo atrás escrevi um post com “Dicas para otimizar suas funções SQL”,,, vou adicionar algumas coisas que acho interessante com este post aqui.

  • Comentários,,,,

Lembra daquela procedure que fazia uma validação de alguma coisa em algum lugar ??? Lembra por que você declarou aquele campo bit no começo ??? Não? tem certeza que sabe? acha que era para alguma coisa importante?

Uma coisa que acho muito importante em todo o código, mas são poucas as pessoas que fazem direito e menos ainda as que fazem, é comentar o que ele faz,,,

Não custa muito adicionar algumas linhas com algum tipo de descritivo do que aquilo deveria fazer, quem fez, quando fez, qual a versão, algum exemplo,,,

Lembre-se: Uma hora ou outra o código pode precisar de manutenção,,, ela pode ser feita por você ou outra pessoa,,, em todo o caso,,, é sempre bom ter alguma coisa para te ajudar a lembrar,,,

Ex:

/*
Nome: usp_mostra_nome_base
Versão: 2.0
Data de criação: 11-07-2011
Data da última modificação: 12-07-2011

Autor: Ricardo Leka Roveri
Últuma modificação executada por: Ricardo Leka Roveri

Script:
Esta procedure server para listas o nome das bases existentes no sistema.

Exemplo
exec usp_mostra_nome_base

Versão 1:
Autor: Ricardo Leka Roveri

nesta versão a proc faz XYZ

Versão 2:
Autor: Ricardo Leka Roveri

nesta versão a proc faz XYZ ordenado por data de criação

*/

Outra coisa interessante seria comentar partes do código,,, não precisa escrever um livro do motivo que você está fazendo aquele join entre 20 tabelas mas, de uma forma clara, escrever o objetivo dessa bagunça,,,

  • NOLOCK,,,

Você é um fanático por NOLOCK? Legal,,, nada contra,,, mas se vai usar isso umas 40 vezes dentro de uma procedure porque você não declara ele como:

SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ UNCOMMITED;

é legal, ajuda, mais simples pra você e para qualquer outra pessoa que veja seu código…

  • Lembrete,,,

Lembre-se:

A maior parte de vocês não desenvolve coisas pra vocês,,, vocês desenvolvem coisas pra outras pessoas usarem…

Não é porque na sua maquina tudo funciona direitinho que quando for para produção tem que funcionar,,, Você precisa testar,,, faça teste de carga… stresse sua aplicação até ela parar,,, 10,,, 100,,, 1000,,, acessos simultâneos,,,

Existem muitas ferramentas que fazem teste de carga. Ex.: JMeter, o próprio SQL Profiler, etc..

Corrompendo um Banco SQL


Qual a necessidade de criar uma base corrompida?

Pra que você precisa desse tipo de coisa?

Você precisa treinar…

Mesmo que saiba o que fazer, é importante treinar para situações complicadas…

É melhor fazer muita tentativa em erro em um ambiente controlado do que no ambiente de produção,,, certo?

Então,,, antes de mais nada… eu sei que você sabe,,, mas não custa nada relembrar,,,

NUNCA FAÇA ISSO EM PRODUÇÃO !!!

Bom,,, com isso em mente,,, vamos começar,,,

1. Vamos criar uma base:

CREATE DATABASE [corrompeu]
GO

2. Vamos alterar o modo de recovery da base:

alter database corrompeu
set recovery full
GO

3. Agora vamos colocar uma tabela:

use corrompeu
GO

create table vendas
(
vendasID int identity,
clienteID int default convert(int, 100000 * RAND()),
vendaData datetime default getdate(),
vendaTotal money
)
GO

4. Adicionamos um índice pra dar gosto…

create clustered index vendaCI on vendas (vendasID)
GO

5. Colocamos uns dados,,,

set nocount ON
GO

declare @conta INT
select @conta = 0
while (@conta < 50000)
begin
    insert into
vendas (vendaTotal)
    values (100*RAND())
    select @conta = @conta +1
end
GO

7. E vamos fazer uns backups

use master
GO

backup database corrompeu
to disk = ‘d:\db01\local\corrompeu_1.bak’
with init
go

backup log corrompeu
to disk = ‘d:\db01\local\corrompeu_2.trn’
go

8. Bom,,, com os backups feitos,,, vamos ver as páginas que foram criadas,,,

dbcc ind (‘corrompeu’,‘vendas’,1)
GO

9. Escolha uma página e coloque no lugar do XXXXX

DBCC TRACEON (3604)
GO
dbcc page
(‘corrompeu’,1,XXXXX,3)

Você deve ver alguma coisa do tipo:

dbcc

A página que eu escolhi foi a 1:493. Meu vendasID vai do registro 24256 até 245000.

Agora começa a ficar legal….

10. Vamos colocar a base offline:

alter database corrompeu
set offline
GO

11. Agora um simples cálculo…

select 493*8192
GO

Temos o número em decimal da localização da página no arquivo .mdf

12. Com esse número vamos utilizar um editor Hexadecimal para achar a linha dentro do arquivo .mdf.

  • Dentro do editor de Hexadecimal, abra o arquivo .mdf (neste caso D:\DB01\Corrompeu.mdf).
  • Clique em “Localizar” e escolha “Ir Para”.
  • Escolha a opção “DEC”, digite ou cole o resultado do cálculo acima e depois cliente em “HEX”, ele vai converter o valor para Hexadecimal.

localizar

  • clique em “OK”
  • Altere a linha onde o cursor esta piscando para 00 (zero-zero), ela vai ficar em vermelho.

alterado

  • Salve o arquivo.

13. Agora dentro do SQL vamos voltar com a base online:

alter database corrompeu
set online
GO

14. Usando o DBCC CHECKDB, vamos ver se a base está realmente corrompida…

dbcc check

Legal,,, temos uma base corrompida…

15. vamos tentar um select na tabela,,, e olha lá o erro,,,

select

Bom,,, legal… temos uma base corrompida,,, e agora?

Agora fica legal… o objetivo é deixar a base operacional sem perder informação… imagine que essa é sua base de produção e justamente essa tabela é a folha de pagamento,,, olha que legal…

Uma dica: tentei fazer o processo de restore no SQL Server Denali CTP 1 e não consegui restaurar apenas a página, tive que remover ela e reinserir os dados através de outra base, fiz o mesmo processo de restore apenas da página no SQL Server 2008 R2 e funcionou sem problema.

Se alguém precisar de ajuda é só deixar o comentário…

ATUALIZAÇÃO:

Segue o link do SkyDrive com a base, backup e o script desse exemplo:

https://skydrive.live.com/?cid=5145b04265f2979d&sc=documents&id=5145B04265F2979D%21171#

TOP 5 – Ferramentas grátis


ATUALIZAÇÃO !!! – 20/09/2012

Esse post é para falar de ferramentas gratuitas,,, é com muito pesar que estou retirando o SSMS Tools Pack do primeiro lugar, a partir da versão 2.5.0.0 ele deixou de ser de graça, logo, vai contra o intuito do post…

Estou substituindo pela ferramenta SSMSBoost

Tem gente que gosta de fazer as coisas na marra,,, sem ajuda de nada,,, script de baixo de script,,, Isso é muito legal, tem muita coisa que só se resolve assim,,,

O importante é conhecer o que o mercado oferece quando você quer “uma ajuda” ou pra realmente facilitar o dia a dia,,,

O meu TOP 5 de ferramentas gratuitas são:

  1. Pra quem gosta de trabalhar com o SSMS, um add-on bem legal é o SSMS Tools Pack desenvolvido por Mladen Prajdić. Ele adiciona algumas funções bem legais como: histórico, snippets, gerador de código… Acho uma ferramenta pequena e legal… Uma ferramenta muito interessante para adicionar funcionalidades ao SSMS é o SSMSBoost ele adicionar recursos muito bons como snippets, localizador de objetos, alterador de barra de titulo e uma coisa bem legal que é o cadastro de conexão onde você pode colocar alerta de ambiente de produção,,, ai ele avisa, dependendo do comando que você precisa prestar atenção antes de dar um truncate table por exemplo…. Ele é de graça, mas naquelas, você precisa reinstalar ele a cada 45 dias (não é trial, é só uma coisa chata que o desenvolvedor colocou),,,
  2. Quem nunca passou raiva com o gerador de plano de execução do SSMS que drop um banco?,,, Se você usar o SQL Sentry Plan Explorer pelo menos uma vez, não vai querer deixar de usar,,, ele mostra de uma forma fácil de entender qual parte do plano estásendo mais custoso para a operação… fora outras coisas legais…
  3. Não pode faltar de jeito nenhum o Who is Active desenvolvido por Adam Machanic e por falar nele, existe um add-on da Schema Solutionsque adiciona uma interface gráfica para a execução de procedure.
  4. Na primeira vez que vi essa ferramenta não achei que seria tão útil, mas o SQL Trace Analyzeré bem interessante. Ele analisa o Profiler capturado em arquivo ou banco e gera um relatório consolidado mostrando o impacto, tempo, processamento, IO, etc.. E de brinde ele instala um monitorador de Locks/Blocks. O problema dessa ferramenta é a parafernália que ele instala, mas você pode remover o resto das coisas e ficar só com o programa principal.
  5. E não podia faltar alguma forma de monitorar o que acontece com o banco,,, para isso achei o IgniteFree, uma ferramenta muito simples de configurar e com muita informação relevante. Claro que a versão Trial/Full tem mais opções, mas mesmo na versão free é uma ótima ferramenta. Ela é leve, não ocupa muito espaço, não gera pressão na máquina que está sendo monitorada e de quebra ainda consegue monitorar uns Oracles que você tenha perdido no ambiente…

T-SQL Tuesday #19 – Disasters & Recovery


E ai? Blz? Neste mês para o T-SQL Tuesday o tema escolhido pelo Sr. (blog | twitter) foi Desastre & Recover…. Que tema chato,,, hehehe,,,

Muitas pessoas – administradores de rede, gerentes, desenvolvedores, dba´s acidentais, etc. – acham que banco de dados é a coisa mais simples do mundo, só serve pra guardar alguma informação e que aquilo vai fica sempre por lá. Esse pessoal não entende que se tem gente que é especialista em administrar banco de dados é porque por algum motivo obscuro isso é importante.

Muitos não dão valor ao trabalho do Administrador de banco até perder alguma coisa, uma boa galera acha que para manter um banco qualquer pessoa consegue, afinal, não tem muito trabalho pra fazer,,,

Ainda bem que existe esse tipo de gente,,, é ainda mais legal quando alguém me liga no meio da madrugada com aquela voz desesperada pedindo ajuda porque o servidor do banco (que era o mesmo do AD, Exchange, FileServer, DHCP) foi pro espaço e eles não estão conseguindo mais recuperar as coisas…

Muitas vezes vejo o pessoal falando sobre seus planos de backup, que contemplam X ou Y e blá blá blá,,, Mas quando pergunto qual o seu plano de recovery o pessoal olha torto e me mostra o plano de backup…

Pessoal,,,, entendam uma coisa,,,, plano de backup é bonito pra não passar feio na frente da diretoria,,, mas ter plano de recovery é o que realmente importa…

Uma coisa que pergunto pro pessoal é: “O quanto de dados você está disposto a perder?”, claro que quase sempre tenho a mesma resposta, ninguém quer perder nada,,,

Hoje em dia existem várias formas de se prevenir quando a perda de informação:

  • Backup
  • Cluster
  • Mirror
  • Log shipping
  • Replicação
  • Etc.

Claro que cada uma delas tem seus custos,,,

Manter os dados acessíveis é importante isso é disponibilidade,,, mas,,, e quando a casa caiu? Alguém aplicou alguma mudança no ambiente e apagou um monte de registro que não deveria? O storage deu rebuild da LUN e apagou todos os seus discos,,, o Windows deu tela azul…

Iai? É nessa hora que você vai descobrir que seu robô de backup não consegue ler as fitas,,, ou que o software de backup não fazia backup justamente daquela unidade ou base que você precisa… ou mais legal, quase todo o dia você cancelava a rotina de backup porque ela entrava no horário de produção, ai não fazia backup das principais bases…

Neste caso,,, parabéns !!! troca de cidade, apaga essa empresa do currículo, sai correndo,,,

Plano de desastre & recovery é igual a seguro de carro,,, você faz pra não usar,,, mas quando precisa e ele falha o que faz? Chora? Troca?

A pior coisa que pode acontecer em um momento de crise é o pânico. Mantenha a calma, com certeza vão ter pessoas desesperadas correndo que nem baratas tontas tentando qualquer coisa que lembrar ou encontrar na internet.

Lembre-se: você tem que ser assertivo, se você fez a lição de casa não existe situação que não pode ser contornada.

Seu supervisor/gerente/diretor tem que ter maturidade de segurar todas as buchas enquanto você se foca em colocar em ação o plano de desastre.

Uma dica, noticia ruim se dá na hora. Perdeu? Perdeu,,, não da pra recuperar? Já era? Avisa logo…

Quando foi que trocaram a senha?


Quando estamos no SQL Server (2005 ou superior), existem uma função que mostra algumas propriedades interessante sobre o login do SQL chamada LoginProperty.

Não conheço muitas aplicações que possuem interface que permite o usuário trocar a senha dele no SQL,,, mas achei interessante ter essa opção para saber quando alguém trocou a senha e “esqueceu” de avisar,,, ai tem aplicação que não abre,,, usuário que não loga,,, e quase sempre ninguém nunca fez nada….

Aqui vão alguns selects interessantes….

Mostra todos os logins que tiveram a senha trocada a mais de 30 dias:

 1: SELECT name, LOGINPROPERTY([name], 'PasswordLastSetTime') AS 'SenhaTrocada'
 2: FROM sys.sql_logins
 3: WHERE LOGINPROPERTY([name], 'PasswordLastSetTime') < DATEADD(dd, -60, GETDATE());

Mostra todos os logins que tiveram a senha trocada no último dia:

 1: SELECT name, LOGINPROPERTY([name], 'PasswordLastSetTime') AS 'SenhaTrocada'
 2: FROM sys.sql_logins
 3: WHERE LOGINPROPERTY([name], 'PasswordLastSetTime') > DATEADD(dd, -1, GETDATE());

T-SQL Tuesday #18 – CTEs


Bom,,, para este mês o Sr. Bob Pusateri (twitter | Blog) escolheu o tópico Common Table Expressions (CTE).

Você não sabe o que é? Não faz ideia? Isso é mais comum do que você imagina,,, vejo muitos códigos por ai onde o pessoal de dev poderia utilizar este recurso, mas como ainda estão presos em conceitos antigos do SQL 2000 ou as vezes até mais velhos não fazem ideia de alguns novos recursos interessantes…

Para uma leitura interessante sobre este assunto acesse:

Você vai achar muita coisa voltada pra dev… mas,,, como sou mais um cada de infra,,, achei interessante este código no Site do Sr. Paul Randal (twitter | Blog) sobre wait statistics usando a sys.dm_os_wait_stats, nada muito complexo.

 1: WITH Waits AS
 2:     (SELECT
 3:         wait_type,
 4:         wait_time_ms / 1000.0 AS WaitS,
 5:         (wait_time_ms - signal_wait_time_ms) / 1000.0 AS ResourceS,
 6:         signal_wait_time_ms / 1000.0 AS SignalS,
 7:         waiting_tasks_count AS WaitCount,
 8:         100.0 * wait_time_ms / SUM (wait_time_ms) OVER() AS Percentage,
 9:         ROW_NUMBER() OVER(ORDER BY wait_time_ms DESC) AS RowNum
 10:     FROM sys.dm_os_wait_stats
 11:     WHERE wait_type NOT IN (
 12:         'CLR_SEMAPHORE', 'LAZYWRITER_SLEEP', 'RESOURCE_QUEUE', 'SLEEP_TASK',
 13:         'SLEEP_SYSTEMTASK', 'SQLTRACE_BUFFER_FLUSH', 'WAITFOR', 'LOGMGR_QUEUE',
 14:         'CHECKPOINT_QUEUE', 'REQUEST_FOR_DEADLOCK_SEARCH', 'XE_TIMER_EVENT', 'BROKER_TO_FLUSH',
 15:         'BROKER_TASK_STOP', 'CLR_MANUAL_EVENT', 'CLR_AUTO_EVENT', 'DISPATCHER_QUEUE_SEMAPHORE',
 16:         'FT_IFTS_SCHEDULER_IDLE_WAIT', 'XE_DISPATCHER_WAIT', 'XE_DISPATCHER_JOIN', 'BROKER_EVENTHANDLER',
 17:         'TRACEWRITE', 'FT_IFTSHC_MUTEX', 'SQLTRACE_INCREMENTAL_FLUSH_SLEEP',
 18:         'BROKER_RECEIVE_WAITFOR', 'ONDEMAND_TASK_QUEUE', 'DBMIRROR_EVENTS_QUEUE',
 19:         'DBMIRRORING_CMD', 'BROKER_TRANSMITTER', 'SQLTRACE_WAIT_ENTRIES',
 20:         'SLEEP_BPOOL_FLUSH', 'SQLTRACE_LOCK')
 21:     )
 22: SELECT
 23:     W1.wait_type AS WaitType,
 24:     CAST (W1.WaitS AS DECIMAL(14, 2)) AS Wait_S,
 25:     CAST (W1.ResourceS AS DECIMAL(14, 2)) AS Resource_S,
 26:     CAST (W1.SignalS AS DECIMAL(14, 2)) AS Signal_S,
 27:     W1.WaitCount AS WaitCount,
 28:     CAST (W1.Percentage AS DECIMAL(4, 2)) AS Percentage,
 29:     CAST ((W1.WaitS / W1.WaitCount) AS DECIMAL (14, 4)) AS AvgWait_S,
 30:     CAST ((W1.ResourceS / W1.WaitCount) AS DECIMAL (14, 4)) AS AvgRes_S,
 31:     CAST ((W1.SignalS / W1.WaitCount) AS DECIMAL (14, 4)) AS AvgSig_S
 32: FROM Waits AS W1
 33:     INNER JOIN Waits AS W2 ON W2.RowNum <= W1.RowNum
 34: GROUP BY W1.RowNum, W1.wait_type, W1.WaitS, W1.ResourceS, W1.SignalS, W1.WaitCount, W1.Percentage
 35: HAVING SUM (W2.Percentage) - W1.Percentage < 95;
 36: GO

T-SQL Tuesday #17–Apply


O tópico deste mês para o T-SQL Tuesday é o operador apply,,,

Caso você não faça ideia de pra que serve o apply leia aqui.

Para este post vou coloca um script simples usando o apply.

Ele não faz nada muito importante, apenas mostra as 20 querys que mais gerão stress de disco:

SELECT TOP 20 SUBSTRING(qt.text, (qs.statement_start_offset/2)+1,
((CASE qs.statement_end_offset
WHEN -1 THEN DATALENGTH(qt.text)
ELSE qs.statement_end_offset
END – qs.statement_start_offset)/2)+1),
qs.execution_count,
qs.total_logical_reads, qs.last_logical_reads,
qs.min_logical_reads, qs.max_logical_reads,
qs.total_elapsed_time, qs.last_elapsed_time,
qs.min_elapsed_time, qs.max_elapsed_time,
qs.last_execution_time,
qp.query_plan
FROM sys.dm_exec_query_stats qs
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(qs.sql_handle) qt
CROSS APPLY sys.dm_exec_query_plan(qs.plan_handle) qp
WHERE qt.encrypted=0
ORDER BY qs.total_logical_reads DESC

Sou alguém importante no SQL?


Algumas vezes acontece de você prestar serviço para alguma empresa/usuário/amigo e o pessoal cria um usuário para acesso ao ambiente SQL, como em muitos casos não precisamos de acesso direto no servidor podemos usar o SSMS/Enterprise Manager ou qualquer outra ferramenta que esteja disponível. Apenas precisamos saber qual o nível de acesso do nosso usuário…

Continuar lendo

Não instale o VS2010 SP1 se você usa o Intellisense no SSMS


Se você gosta e usa o Intellisense (aquele opção que ajuda a preencher alguns itens quando você está digitando alguma query) no SSMS NÃO instale o Visual Studio 2010 SP1…

Isso acontece com o SSMS do 2008 R2, de acordo com o time da Microsoft a solução vai estar disponível no CU7 do SQL Server 2008R2 e no SP1 do SQL 2008 R2,,,

https://connect.microsoft.com/SQLServer/feedback/details/650569/ssms-2008-r2-is-losing-intellisense-after-installing-visual-studio-2010-sp1

O maldito erro SSPI handshake failed


Em um dia qualquer você verá desenvolvedores correndo pelos campos verdes,,, felizes e sorridentes,,, criando belas querys,,, Mas, sem o menor aviso, uma sombra pairá sobre o micro de um deles e alguém virá em sua direção e irá mostrar:

Error: 17806, Severity: 20, State: 2.

SSPI handshake failed with error code 0x8009030c while establishing a connection with integrated security; the connection has been closed. [CLIENT: 192.168.1.1] Continuar lendo

T-SQL Tuesday #016 – Blocking Processes – #tsql2sday


O T-SQL Tuesday desse mês é sobre Aggregate Functions,,,

O código abaixo é bem simples, ele vai exibir algum block que pode estar ocorrendo no SQL nada muito complicado mas é interessante de ter,,,

 1: SET NOCOUNT ON
 2: 
 3: SELECT  a.spid AS "Block" ,
 4:         ( SELECT    COUNT(*)
 5:           FROM      master.dbo.sysprocesses b
 6:           WHERE     b.blocked = a.spid
 7:         ) AS "BlockCount" ,
 8:         ( SELECT    MAX(waittime)
 9:           FROM      master.dbo.sysprocesses b
 10:           WHERE     b.blocked = a.spid
 11:         ) AS "BlockTime" ,
 12:         a.status ,
 13:         a.program_name ,
 14:         a.cmd ,
 15:         a.last_batch
 16: FROM    master.dbo.sysprocesses a
 17: WHERE   a.spid IN ( SELECT  blocked
 18:                     FROM    master.dbo.sysprocesses
 19:                     WHERE   blocked <> 0 )
 20: ORDER BY a.blocked ASC ,
 21:         BlockCount DESC

Porque todo DBA precisa de amigos,,,


Se você realmente deseja ser um bom administrador de banco você precisa de um amigo,,,

Tanto o MSSQL, Oracle, DB2 ou qualquer banco de dados que se prese é um sistema com muitas opções e são raros os indivíduos que tem capacidade de aprender e lembrar de absolutamente tudo. Você vai precisar de ajuda uma hora ou outra.

Continuar lendo

Quanto tempo vai demorar para…


Você já passou por aquela situação de ter que fazer um backup de uma base que não é imagepequena e não ter ideia de quanto tempo vai demorar? Você fica olhando aquela circulo maldito do SSMS rodando e rodando e nada, quando ele mostra alguma coisa é de 10% em 10%,,, Ou quando executa um script ele também fica nos 10% em 10%,,,

Isso é muito chato,,,

Continuar lendo

Problemas para executar o PowerPivot depois de instalar o Denali?


Depois de instalar o Delai fui tentar abrir o PowerPivot e me deparei com um problema interessante,,,

Quando clicava no ícone para chamar o PowerPivot ele ficava preso na seguinte tela “Preparando a janela do PowerPivot, aguarde…”: Continuar lendo

Alguns comandos DBCC (não documentos)


ATENÇÃO: apenas para constar que NÃO me responsabilizo se você testar isso em seu ambiente e apresentar problemas

Vamos pelo básico,,,

Para listar os comandos DBCC: DBCC HELP(‘?’)

Para uma ajuda mais específica sobre um comando: DBCC HELP(‘SQLPERF’)

Bom,,, agora vem a parte divertida,,,

Para exibir os não documentados você precisa habilitar um TRACEON: DBCC TRACEON(2588) — O 2588 é para 2005 e 2008, para 7 e 2000 é 2520

Depois de habilitar o traceon execute um: DBCC HELP(‘?’) WITH NO_INFOMSGS

Agora vem um esquema camarada legal,,, Continuar lendo

Qual tipo de driver de conexão está sendo usado?


Recentemente um cliente me pediu ajuda para identificar um problema bem interessante.

O time de desenvolvimento dele havia instalado uma aplicação ERP em 4 servidores, desses 4 servidores apenas 1 estava apresentando lentidão e as vezes erro enquanto executava qualquer tipo de acesso ao servidor SQL. Ele comentou que já havia pedido ao time de SO reinstalar o Windows mas, mesmo depois de reinstalar não fez nenhuma diferença.

Como teste simples, criei um arquivo de 1GB vazio usando o FSUTIL:

fsutil file createnew c:\teste.txt 1073741824

Copiamos esse arquivo para os 4 servidores, em tempos diferentes e ao mesmo tempo, nos testes não notamos diferenças de tempo entre as cópias.

Continuar lendo

Localizando tabelas não usadas


Este script irá retornar uma lista de tabelas do banco que, desde o último restart do SQL, não tiveram um SELECT executado contra elas. Isto pode ser usado para determinar se a tabela é usada ou não.
ATENÇÃO: As estatísticas do SQL são apagadas toda a vez que o serviço do SQL é reiniciado. Então, não é porque o script esta informando que a tabela não teve uso que ela não é importante, ela apenas não teve uso desde o último restart. Então não saia apagando tabelas ao seu bel prazer, vai que uma delas é usada pelo sistema fiscal apenas a vez por mês e você reinicia o SQL a cada Windows Update, você sempre vai ver essa tabela com esse script.

WITH LastActivity (ObjectID, LastAction) AS
(
SELECT object_id AS TableName,
             last_user_seek as LastAction
     FROM sys.dm_db_index_usage_stats u
WHERE database_id = db_id(db_name())
UNION
SELECT object_id AS TableName,
             last_user_scan as LastAction Continuar lendo

Por que habilidades de DBA são necessárias?


Este post é de referencia ao T-SQL Tuesday organizado por Paul Randal (Blog | Twitter).

Quando você administra um ambiente com mais de 40 servidores de SQL, 300 bases, de uns 50 clientes diferentes e um monte de aplicação estranha, algum tipo de conhecimento é necessário para manter tudo isso no ar sem um causar problema no outro.

A maior parte dos  nossos clientes não possui nenhum tipo de DBA, muitas vezes nem mesmo um estagiário que faça algum serviço de TI. Muitas dessas empresas apenas tem o consultor da aplicação que foi alguma vez para a empresa fazer a implantação do sistema, passou o telefone do suporte da aplicação e o nosso telefone e disse para o cliente: “Olha, se alguma coisa errada acontecer liga pra esses dois telefones.”

Quando temos algum “consultor” que saiba alguma coisa da parte de banco é incrivel, mas na maior parte desses casos ele não tem como fazer nenhuma modificação pois o código é fechado, basicamente ele aponta pra qual servidor de Continuar lendo

Alterando o Collation do servidor


Todo mundo já percebeu que quando você está instalando o SQL Server, em algum ponto da instalação você tem que escolher qual o collation que será usado para aquela instância,,, Até ai sem problemas,,,

Mas depois você percebe que alguém do time de DEV te manda um print screen com alguma mensagem de erro do tipo:

Cannot resolve collation conflict for equal operation

Ai essa mesma pessoa lhe informa que quando aponta a aplicação X para o banco de DEV e faz a mesma coisa não tem erro. Você acessa a instância Continuar lendo

Dicas para otimizar suas funções SQL


Existe uma grande diferença entre escrever uma instrução SQL que funciona e uma que funciona bem e é performática.

Algumas vezes os desenvolvedores estão muito focados em escrever suas queries que apenas resolvam uma tarefa específica sem levar em consideração performance ou o impacto na instancia do SQL server, como por exemplo quantidade de CPU, IO e memória que eles estão consumindo.  Assim, eles comem outros processos do SQL Server durante a execução derrubando toda a instância. Este artigo tentará prover ao desenvolvedor alguns pequenos detalhes que podem ajudar a otimizar as instruções.

Um grande número de livros e “white papers” foram escritos falando sobre performance no SQL server e este artigo não ira de forma alguma substituir o conhecimento que pode ser adiquirido com esses livros e “white papers”. A intenção é prover uma lista rápida para ajudar o desenvolvedor a identificar possíveis gargalos que podem existir no código SQL.

Continuar lendo

Uma pequena coleção de comandos DBCC


Existe um número bem legal de comandos DBCC que não fazem nada de mais a não ser checar consistencia no banco de dados. Eu coloque alguns no script abaixo. O primeiro comando é o único considerado mais “perigoso”, isso causará um grande stress no sistema de I/O enquanto efetua a limpesa do cache. Dependendo do workload, isso pode levar alguns minutos, e durante o processo ele pode impactar a performance.

-- A Small Collection of Useful DBCC Commands
-- Glenn Berry
-- August 2010
-- http://glennberrysqlperformance.spaces.live.com/
-- Twitter: GlennAlanBerry

-- Clears out contents of buffer cache
-- Use caution before doing this on a production system!
DBCC DROPCLEANBUFFERS;

-- Clears procedure cache on entire Continuar lendo 

O lado ruim do MCM


Como muitas coisas na vida o MCM também tem seu lado ruim…
Não posso dizer que eh um curso ruim mas, existem alguns dias que você não irá querer sair do apartamento, ou pior, vai querer ir embora.
Dependendo do instrutor mesmo que o tópico seja ruim ele ainda consegue extrair alguma coisa, mas tem outros que não fazem a minima questão.
Não vou citar quais pois seria muita falta de educação, eh muito pouco provável que eles leiam meu blog e ainda por cima saibam alguma coisa de português pra tentar responder…
Meu concelho eh, 70% ta no material de pre-leitura, 10% no material dos instrutores e 20% na sua boa vontade de aprender.

Script de Fragmentação de Índices


Bom,,, o script abaixo analisa todos os objetos de índices da instância do SQL e mostra a fragmentação dos índices… em teoria, quanto maior a coluna fragmentation mais fragmentado estará o índice.

SELECT CONVERT(NVARCHAR(130), SERVERPROPERTY(‘servername’)) AS instancename ,
db.name AS databaseName ,
ps.OBJECT_ID AS objectID ,
ps.index_id AS indexID ,
ps.partition_number AS partitionNumber ,
ps.avg_fragmentation_in_percent AS fragmentation ,
ps.page_count
FROM sys.databases db
INNER JOIN sys.dm_db_index_physical_stats(NULL, NULL, NULL, NULL,
N’Limited’) ps ON db.database_id = ps.database_id
WHERE ps.index_id > 0
AND ps.page_count > 100
AND ps.avg_fragmentation_in_percent > 30
OPTION ( MAXDOP 1 ) ;

Relacionar chaves extrageiras


Esse script relaciona as tabelas existentes em um banco de dados com o nome da chave extrangeira e a “tabela pai”

SELECT b.name AS ‘Tabela’ ,
a.name AS ‘Chave Extrangeira’ ,
c.name AS ‘Tabela Pai’
FROM sys.foreign_keys A INNER JOIN sys.objects B ON a.parent_object_id = b.object_id
JOIN sys.objects C ON c.object_id = a.referenced_object_id ORDER BY b.name ASC

Event Log Error – Resolve Partial Assembly failed for Microsoft.VC80.CRT.mui


“Resolve Partial Assembly failed for Microsoft.VC80.CRT.mui” é um erro que fica em System no event log, o Event Id: 59 e Source: SideBySide. Ele é acompanhado por outro erro com o mesmo Event ID e Source:“Generate Activation Context failed for c:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSSQL.2\OLAP\bin\msmdctr90.DLL. Reference error message: Access is denied”Verifique com qual conta o serviço Performance Logs and Alerts está sendo executado. Provavelmente é o Network Service. Esta conta não tem acesso ao c:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSSQL.2\OLAP\bin\ (Ou lugar onde você instalou o SQL). Para resolver isso permita que o grupo Performance Log Users tenha acesso à List Folder Contents para esta pasta.

Siga os seguintes passos:

  1. Botão direito em c:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSSQL.2\OLAP\bin\ e selecione Sharing and Security…
  2. Selecione a aba Security
  3. Click em Add
  4. Click em Locations e selecione o nome do computador local
  5. Click em Advanced e em seguida em Find Now
  6. Na lista que aparece duplo-click no grupo chamado Performance Log Users
  7. Tenha certeza que a caixa do List Folder Contents esta com Allow selecionado e click em OK

Preparação para o MCM SQL Server 2008 – Parte VI


Então….
faz um tempo que não escrevo sobre a novela do MCM,,,
Essa história do pagamento deu uma dor de cabeça, o pessoal do banco não ajudo em nada, a empresa não tem cartão de crédito pra ajudar, e fazer transferencia bancária internacional tem umas taxas e sai bem caro e demora….
Mas, qualquer um ficaria chateado, desmotivado,,, talvez até um pouco jururú, mas não, um amigo tem O cartão coração de mãe, consegui fazer o pagamento do esquema hoje e já ta confirmado.
MAIO é nois na Microsoft fazendo o MCM uhuhuhuhu

Como ler o Select @@version


A simples query SELECT @@VERSION pode informado um pouco sobre a instalação do SQL Server (e o sistema operacional), assumindo que você sabe ler o resultado. Muitas pessoas não sabem diferenciar entre as informações do SO e do SQL.
Você pode determinar se você está rodando em x86 (32 bits), x64 ou IA64 (64 bits), para ambos SO e SQL, Você pode determinar a versão e o build do SQL Server, você ainda pode descobrir qual versão do Service Pack do Windows.
[//]Vendo o primeiro exemplo abaixo, você pode ver as informações do SQL Server na primeira parte do resultado, em seguida as informações do sistema operacional que está após a palavra “on”.

Microsoft SQL Server 2008 R2 (CTP) – 10.50.1092.20 (Intel X86) Jul 22 2009 21:29:56 Copyright (c) Microsoft Corporation Enterprise Evaluation Edition on Windows NT 6.1 (Build 7100: )

 

-- SQL Server Major Versions
9.00 - SQL Server 2005
10.0 - SQL Server 2008
10.25 - SQL Server Azure
10.50 - SQL Server 2008 R2
 

-- SQL Server 2005/2008 Build lists

--   2005 SP2 Builds                  2008 SP3 Builds
-- Build       Description        Build       Description
-- 3042        SP2 RTM              4035        SP3 RTM
-- 3161        SP2 CU1              4207        SP3 CU1
-- 3175        SP2 CU2              4211        SP3 CU2 
-- 3186        SP2 CU3              4220        SP3 CU3         
-- 3200        SP2 CU4              4226        SP3 CU4         
-- 3215        SP2 CU5              4230        SP3 CU5          
-- 3228        SP2 CU6              4266        SP3 CU6        
-- 3239        SP2 CU7              4273        SP3 CU7        
-- 3257        SP2 CU8
-- 3282        SP2 CU9
-- 3294        SP2 CU10
-- 3301        SP2 CU11
-- 3315        SP2 CU12
-- 3325        SP2 CU13
-- 3328        SP2 CU14
-- 3330        SP2 CU15
-- 3355        SP2 CU16
-- 3356        SP2 CU17

--   2008 RTM Builds                    2008 SP1 Builds
-- Build       Description        Build        Description
-- 1600        Gold RTM
-- 1763        RTM CU1
-- 1779        RTM CU2
-- 1787        RTM CU3    -->      2531        SP1 RTM
-- 1798        RTM CU4    -->      2710        SP1 CU1
-- 1806        RTM CU5    -->      2714        SP1 CU2 
-- 1812        RTM CU6    -->      2723        SP1 CU3
-- 1818        RTM CU7    -->      2734        SP1 CU4
-- 1823        RTM CU8    -->      2746        SP1 CU5

-- Windows Major Versions
Windows NT 5.1    - Windows XP
Windows NT 5.2    - Windows Server 2003
Windows NT 6.0, Build 6001 - Vista 
Windows NT 6.0, Build 6002 - Windows Server 2008
Windows NT 6.1  - Windows Server 2008 R2 or Windows 7
-- Alguns exemplos do SELECT @@VERSION

-- 32-bit SQL Server 2005 Developer Edition Build 4262, running on 32-bit Windows Server 2003 SP2
Microsoft SQL Server 2005 - 9.00.4262.00 (Intel X86)   Aug 13 2009 17:08:37   
Copyright (c) 1988-2005 Microsoft Corporation  Developer Edition on Windows NT 5.2 (Build 3790: Service Pack 2)

-- 32-bit SQL Server 2005 Standard Edition Build 4262, running on 32-bit Windows Server 2003 SP2
Microsoft SQL Server 2005 - 9.00.4262.00 (Intel X86)   Aug 13 2009 17:08:37   
Copyright (c) 1988-2005 Microsoft Corporation  Standard Edition 
on Windows NT 5.2 (Build 3790: Service Pack 2)

-- 64-bit SQL Server 2008 Enterprise Edition Build 2746, running on 64-bit Windows Server 2003 SP2
Microsoft SQL Server 2008 (SP1) - 10.0.2746.0 (X64)   Nov  9 2009 16:37:47   
Copyright (c) 1988-2008 Microsoft Corporation  Enterprise Edition (64-bit) 
on Windows NT 5.2 <X64> (Build 3790: Service Pack 2)  

-- 64-bit SQL Server 2008 Enterprise Edition Build 2746, running on 64-bit Windows Server 2008 SP2
Microsoft SQL Server 2008 (SP1) - 10.0.2746.0 (X64)   Nov  9 2009 16:37:47   
Copyright (c) 1988-2008 Microsoft Corporation  Enterprise Edition (64-bit) 
on Windows NT 6.0 <X64> (Build 6002: Service Pack 2) 

-- 64-bit SQL Server 2008 Enterprise Edition Build 2746, running on 64-bit Windows Server 2008 R2 (or Windows 7)
Microsoft SQL Server 2008 (SP1) - 10.0.2746.0 (X64)   Nov  9 2009 16:37:47
Copyright (c) 1988-2008 Microsoft Corporation  Enterprise Edition (64-bit) on Windows NT 6.1 <X64> (Build 7600: )  

Preparação para o MCM SQL Server 2008 – Parte V


UHUHUHUUHUHUHUHUH
Recebi hoje a confirmação dos requisitos para o curso eeeeeeee 😀 😀 😀
agora preciso pagar, essa é a parte bem complicada…
pelo site do MCM eles tem aceitão pagamento apenas por Cartão de Credito (Visa, Marter, Amex) e meus limites de crédito não passão nem perto do valor do curso…
Acho que o martirio agora será conversar com o banco para tentar negociar um aumento de crédito… bua bua bua 😦

Preparação para o MCM SQL Server 2008 – Parte III


Bom,,,
A Minha professora de inglês fez a tradução dos documentos para encaminhar para a Microsoft, isso foi uma grande ajuda…
Acabei o cadastro no link que eles haviam enviado, mas até agora não tive a liberação do link para upload dos arquivos… já mandei uns 3 emails para eles e ninguem respondeu… 😦
Tentei ligar agora pela manhã, mas ai lembrei que tem o fuso horário,,, vou tentar ligar a tarde para falar com alguém.