Contar VLF


Esse script é bem simples, ele vai acessar todas as bases da instância e vai contar quantos VLF´s existem em cada base.
Nada muito complexo.
Qual a importância disso? Muitos VLF´s podem acarretar em um restore muito lento, ou uma inicialização da base muito demorada.
Isso acontece, em muitos casos, por crescimento desordenado do transaction log (crescimento em porcentagem, ou em tamanhos pequenos).
Podemos colocar da seguinte forma: Falta de planejamento e atenção.
Quer saber mais sobre VLF? esse vídeo é bem legal.
Existe alguma forma de corrigir isso? Claro… Não é bonito…
Vamos fazer um quiz, coloquem um comentário com a maior quantidade de VLF´s que vocês tem no ambiente…


CREATE TABLE #temp (
 RecoveryUnitID VARCHAR(255) --essa coluna só existe a partir do 2012, comente esta linha se for executar do 2008r2 para traz
 , FileID VARCHAR(255)
 , FileSize VARCHAR(255)
 , StartOffset VARCHAR(255)
 , FSeqNo VARCHAR(255)
 , [Status] VARCHAR(255)
 , Parity VARCHAR(255)
 , CreateLSN VARCHAR(255)
 )

CREATE TABLE #DBCCResults (
 ServerName VARCHAR(255)
 , DBName VARCHAR(255)
 , VLF bigint
 )

EXEC master.dbo.sp_MSforeachdb
 @command1 = 'USE ? INSERT INTO #temp EXECUTE (''DBCC LOGINFO'')'
 , @command2 = 'INSERT INTO #DBCCResults SELECT @@SERVERNAME, ''?'', count(1) FROM #temp'
 , @command3 = 'TRUNCATE TABLE #temp'

 SELECT DISTINCT
 ServerName
 , DBName
 , VLF
 FROM #DBCCResults
 ORDER BY 3 DESC

 DROP TABLE #temp, #DBCCResults;

Usar o xp_logininfo


Em alguns casos nos deparamos com logins estranhos nos servidores SQL.

Uma coisa que deixa qualquer DBA feliz da vida (#SQN) é encontrar um grupo de Windows dentro com permissões dentro do SQL, mais sexy ainda quando esse grupo esta na role de SysAdmin…

Em todo o caso, o DBA nem sempre tem acesso a administração do AD para saber quem, quantos, quais, porque, são os usuários do grupo do Windows e tem que perguntar para alguém de administração do SO para ter esta informação.

O que nem todo DBA sabe, é que existe uma Stored Procedure, que vem desde o SQL 2000, pode ajudar a descobrir esta informação…

Ex. 1 Todos os usuários de um grupo:


EXEC xp_logininfo 'BUILTIN\Administrators', 'members'

Ex. 2 Quais grupos o usuário faz parte:


EXEC xp_logininfo 'Domain\User', 'all'

Índices? pra que manutenção disso?


Sou muito fã de ferramentas que ajudem a facilitar o dia a dia na administração do SQL, vocês já devem ter visto isso no Post Top 5 – Ferramentas Grátis, Smiley de boca aberta

Eu estava fazendo o download de umas ferramentas no site da RedGate e achei esse programa muito interessante,,, simples,,, gratuito,,, o SQL Index Manager,,,

Com apenas 2.4MB, ele promete uma análise de todos os índices de todas as bases que estão na sua instância e recomenda o rebuild ou reindex de cada um deles,,,

Fiz um teste em uma instância com 230 bases, com mais de 7000 índices e ele demorou aprox. 4 minutos.

A ferramenta possui uma interface extremamente simples:

indexmanager01

Você pode deixar a ferramenta executar a manutenção para você, ou

indexmanager02

Ela gera os scripts para que você execute manualmente

indexmanager03

O tempo que ela demora para executar o rebuild ou reindex é o mesmo que o script ou algum plano de manutenção que você crie levaria para fazer, porque no final, a ferramenta faz a mesma coisa que você já deveria fazer…

indexmanager04

Now in English…

I´m a fanatic about tools that help the day by day in SQL administration.

I was downloading a few tools from RedGate and find this very nice program, simple and free the SQL Index Manager,,,

With only 2.4MB, the program analyse all your indexes in all your databases and recomends a rebuild or reindex of each one.

I do a test in a server with 230 databases and more that 7000 indexes he toke 4 minutes.

The tool is extreme easy of use. (image1)

He can fix for you or generate the script. (image2)

The scripts are simples without a lot of comments (image3)

And take the same time of your Maintenance plan or custom script. (image4)

The Log scan in database model is not valid


Um pouco da história antes….

Dia 08/12/2011 choveu muito aqui em sampa,,, tivemos problemas com a elétrica aqui no prédio, ocasionando diversas quedas de energia,,,

Tenho instalado no desktop um SQL Server 2008 R2 Express, onde tenho algumas bases para testes,, até ai nenhuma novidade,,,

Quando cheguei no dia seguinte (09/12/2011) percebi que um sistema que uso para testar algumas bases não estava funcionando,,, a mensagem era simples: “Não consigo acessar o SQL”

Tentei iniciar o serviço do SQL e, claro, não consegui,,, Acessei os eventos do sistema e achei a seguinte mensagem:

event model

Interessante,,, o transaction log do model foi corrompido… isso é legal…

Iniciei o SQL em modo de segurança e rodei um DBCC CHECKDB, não fez diferença…

Como a base Model não é uma das bases mais vitais do SQL e eu não tenho backup dela,,, fui no diretório de Templates e copiei a base de lá para o diretório onde estava a base de “produção”. Iniciei o SQL e ele carregou sem problemas….

templates

Lembrando que, não é porque existem outras bases de sistema por aqui que você pode sobre-escrever a Master ou a MSDB…

Aí vem uma pergunta,,, por que o SQL não subiu com a base em suspect ou offiline? ou qualquer outro aviso? simples… a base Model, por mais simples que seja serve como base para criar o TempDB,,, sem ela,, o SQL não consegue criar o mínimo para o TempDB… eu consegui iniciar o SQL em modo de segurança porque usei a traceflag 3609 onde ele não recriou o tempdb…

SQLPASS – Keynote D2


08h10 – Hoje é o kilt day,,,,

08h18 – Hoje tem um monte de agradecimento para as pessoas que ajudam o evento a ser realizado

08h25 – O Pessoal apresentou um vídeo sobre as qualidades mais interessante para as pessoas sobre o sql,,, muitas das pessoas são de instituições bancárias,,,,

08h30 – O VP está falando sobre as novidades do SQL Server 2012, começou falando sobre as novidades de alta disponibilidade, que por sinal realmente é bem interessante

Agora o VP da MSC está falando sobre a utilização deles do SQL, comentando a necessidades deles de nunca poder parar de acessar os dados.

08h40 – O pessoal esta mostrando como configurar o modo Always-On do SQL 2012,,, isso é simplesmente muito bom,,,,

08h53 – Até que enfim alguém está fazendo exemplos sem usar Excel,,, e pra ajudar a mina vira e manda uma: “Da pra fazer pelo GUI, mas sou da velha guarda, então olhem o código aqui,,,”

09h00 – Agora vamos ver o appliance com SQL,,, um hardware tunado para rodar banco,,,, só banco,,,, e mais nada além de banco,,,, isso é um sonho? SQL Server Parallel Data warehouse,,,, agora não é só HP,,, a DELL também tem hardware pra isso,,, é uma pena que isso, se um dia chegar ao Brasil, vai ser muito caro,,,,

09h16 – Anuncio do driver de ODBC para linux,,,, já que tem um monte de gente desenvolvendo para linux, pelo menos acessem uma base decente sem usar a droga do jdbc,,,

09h30 – trouxemos a chuva para Seattle,,, afinal,,, muito SQL Azure  da nisso,,,,

09h40 – O pessoal anunciou que o SQL Azure vai aceitar bases até 150gb,,, e em qualquer collation,,, vamos ver se ele começa a fazer alguma sombra no Brasil,,,

Um bom programa para quebra galho


Estava revirando uns arquivos no meu HD externo e achei um programa muito legal para

conexão ODBC.

Antes de falar do programa,,, a historinha…

Conheci uma vez uma empresa que o pessoal não deixava acessar o servidor com SQL por TS nem SSMS,,,

Perguntei pra eles como eu iria ajudar a identificar os problemas se não podia fazer muita coisa… me explicaram que era política da empresa, eu poderia acessar de qualquer outra forma, mas não poderia conectar meu note da rede nem instalar qualquer aplicativo na estação…

Foi com essa necessidade que conheci o ODBC QueryTool,,, ele é um programinha bem legal… de graça e funciona sem precisar instalar nada…

1_app

Você pode usar uma conexão existente de ODBC ou criar uma na hora…

2_connect

Como um quebra-galho para esse tipo de situação,,, acho que ele server para dar uma ajuda…

3_query

Você pode usar ele também para testar as conexões das estações cliente, com as restrições de usuário, restrições do SQL,,,

configurando o ODBC com as devidas informações, eu mostrei para um cliente como a aplicação iria se comportar com o fail-over das bases mirror.

Você pode baixar no site do SourceForge, ou no meu Skydrive, esse é um dos programas que vale a pena ter no pendrive.

Malditos SQL Aliases


Estava em um cliente montando uma estratégia para migração de 2 instâncias de SQL 2000 para uma única instância de SQL 2005… até aí tranquilo,,, certo?

Listamos os linked servers, jobs, usuários e senhas, bases, collation,,, etc,,, tudo quase pronto pra migração….

Ai, lembrei de um detalhe… algumas bases estavam em uma instância default do SQL,,, e vamos migrar todas para um SQL em uma instância,,, ai vem o problema:

  1. Aplicações antigas
  2. Algumas não possuem código fonte
  3. Outras precisam de projeto para alterar o fonte
  4. Muitas estações com o aplicativo
  5. etc..

Legal,,, iai? Só criar o SQL Aliases (Iniciar>Executar>Cliconfg)? boa,,, pena que tem que criar em maquina a maquina,,, Redirecionar DNS? até funcionaria se o outro SQL não tivesse instância. Poderíamos alterar o DNS e “adicionar o servidor” com o sp_addserver (sp_addserver ‘nome_do_host’, local, duplicate_ok) o problema é que a instância tem que escutar a 1433, até ai nenhum grande problema, adiciona como porta secundária.

como fazer o deploy de aliases rápido? Policy… cria uma chave de registro e adiciona o aliases…

  • “HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\MSSQLServer\Client\ConnectTo”
  • Nome:”Nome_do_alias”
  • Tipo: Sequencia
  • Valor: “DBMSSOCN,ServidorX\Instancia,1433”

Outra forma, utilizar um “proxy” de SQL,,, tipo F5, Green SQL,,,

TableDiff


Imagine a situação do post Corrompendo um Banco SQLmas na vida real,,,

Você chega um belo dia na empresa e, lê nos seus emails que, o SQL apresentou falha na estrutura de dados e algumas páginas de dados podem ter sido corrompidas,,,

Como um bom DBA, você corre para ver se o backup da noite foi feito, se os backups de transaction log também estão sendo feitos e descobre que sim,,,, todos os arquivos necessários para restaurar o banco estão lá,,,

Legal,,, mas,,, e agora? dependendo da utilização do banco você pode restaurar o backup da madrugada, os de log até o horário do problema e dali pra frente o que der pra fazer…

Em outros casos,,, você não pode se dar ao luxo de perder informação,,,,

Uma das formas seria executar o restore do banco em outro lugar, ou na mesma instância mas com outro nome, executar o checkdb e remover a página com problema e trazer a diferença dos dados,,, até aqui nada tão complicado,,, tirando o fato de se a tabela for muito grande, ou muito complexa e a query para mostrar essa diferença for muito complicado…

Para ajudar a resolver esse problema, o SQL possui uma ferramenta bem interessante chamada TableDiff.

O conceito dela é bem simples: Instância de origem, base de origem, tabela de origem, Instância de destino, base de destino, tabela de destino e o que você quer fazer…

Ex:

"C:\Program Files\Microsoft SQL Server\90\COM\tablediff.exe" -sourceserver MyServer1
                                                             -sourcedatabase MyDatabase1
                                                             -sourcetable MyTable1
                                                             -destinationserver MyServer1
                                                             -destinationdatabase MyDatabase1
                                                             -destinationtable MyTable2
                                                             -et DiffsTable

 

Nesse outro exemplo ele gera um arquivo com INSER/UPDATE/DELETE

"C:\Program Files\Microsoft SQL Server\90\COM\tablediff.exe" -sourceserver MyServer1
                                                             -sourcedatabase MyDatabase1
                                                             -sourcetable MyTable1
                                                             -destinationserver MyServer1
                                                             -destinationdatabase MyDatabase1
                                                             -destinationtable MyTable2
                                                             -et DiffsTable
                                                             -f d:\MyTable1_MyTable2_diff.sql

 

Simples certo? em teoria não é muito complicado…

Da pra deixar mais fácil? sim,,, com certeza…

O Sr. Mladen Prajdic (Blog | Twitter) desenvolveu uma interface bem interessante para ajudar na utilização do executável…

O link para download pode ser encontrado no post aqui, ou diretamente aqui.

O aplicativo é bem simples de usar, o ponto de atenção é que você precisa indicar onde está o executável do TableDiff.exe.

tablediffgui

Ele é bem auto-explicativo, pequeno e o principal,,, é de graça !!!

Vale gastar uns minutos para aprender a usar ele, vai que em um dia de emergência você precisa de uma ajuda rápida para solucionar um problema, ou ver a diferenças nas tabelas do seu logshipping….

Catalogar objetos


Esse código faz parte daquele tipo de código para gerar documentação.

Não faz nada muito complexo, apenas mostra o objeto, quem é dono, que tipo e quando foi criado.

SELECT   [NAME]          AS OBJECT_NAME,
           USER_NAME(UID)  AS OWNER,
           TYPE = CASE
                    WHEN XTYPE = 'u' THEN 'table'
                    WHEN XTYPE = 'c' THEN 'check constraint'
                    WHEN XTYPE = 'd' THEN 'default constraint'
                    WHEN XTYPE = 'f' THEN 'foreign key constraint'
                    WHEN XTYPE = 'fn' THEN 'scalar function'
                    WHEN XTYPE = 'if' THEN 'inline table function'
                    WHEN XTYPE = 'p' THEN 'stored procedure'
                    WHEN XTYPE = 'pk' THEN 'primary key'
                    WHEN XTYPE = 'tf' THEN 'table function'
                    WHEN XTYPE = 'tr' THEN 'trigger'
                    WHEN XTYPE = 'uq' THEN 'unique constraint'
                    WHEN XTYPE = 'v' THEN 'view'
                  END,
           CRDATE          AS CREATION_DATE
  FROM     SYSOBJECTS
  WHERE    XTYPE IN ('u','c','d','f',
                     'fn','if','p','pk',
                     'tf','tr','u','uq',
                     'v')
ORDER BY XTYPE

 

Gerador de Senhas


Esse é um código antigo que estava escondido no HD.

Bem simples e usual.

/*
Versao: 1.0
Data: 20100302
Por: Ricardo Leka
Site: http://leka.com.br
email: ricardo@leka.com.br
twitter: @bigleka
*/
/*
Gerador de Senhas
Pode gerar senhas com quantidades minima e maxima de caracteres
com numeros ou complexidade
*/
DECLARE
  @complex tinyint
  , @minlen tinyint
  , @maxlen tinyint  

SET @minlen = 4 --tamanho minimo da senha
SET @maxlen = 8 --tamanho maximo da senha
SET @complex = 4
-- 1 todas as letras minusculas
-- 2 inclui letras maiusculas
-- 3 inclui numeos
-- 4 inclui caracteres especiais

DECLARE
  @password varchar(12)
  , @len tinyint
  , @type  tinyint
  , @type2 tinyint

SET @len = 0
SET @password = ''
WHILE @len NOT BETWEEN @minlen and @maxlen
  BEGIN
    SET @len = ROUND(1 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * @maxlen), 0) + 1
  END
WHILE @len > 0
  BEGIN
    DECLARE @newchar CHAR(1)
    SET @type = ROUND(1 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * (@complex - 1)), 0)
    IF @type = 1
      SET @newchar = CHAR(ROUND(97 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 25), 0))
    IF @type = 2
      SET @newchar = CHAR(ROUND(65 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 25), 0))
    IF @type = 3
      SET @newchar = CHAR(ROUND(48 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 9), 0))
    IF @type = 4
      BEGIN
        SET @type2 = ROUND(1 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 3), 0)
        IF @type2 = 1
          SET @newchar = CHAR(ROUND(33 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 14), 0))
        IF @type2 = 2
          SET @newchar = CHAR(ROUND(58 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 6), 0))
        IF @type2 = 3
          SET @newchar = CHAR(ROUND(91 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 5), 0))
        IF @type2 = 4
          SET @newchar = CHAR(ROUND(123 + (RAND(CHECKSUM(NEWID())) * 3), 0))
      END
-- remove caracteres que podem ser confundidos com outros
    IF @newchar NOT IN ('b', 'l', 'o', 's', 'I', 'O', 'S', '0', '1', '!', '''', '.', ',', '/', '`', '\', '|')
      BEGIN
        SET @password = @password + @newchar
        SET @len = @len - 1
      END
  END
SELECT @password as Senha

[Vídeo] Instant File Initialization


Já vou logo avisando:

  • Não assista esse vídeo depois das 22h,,, não me responsabilizo por pesadelos,,,
  • Não assista perto dos seus filhos,,, é mais feio que o bicho papão,,,
  • Não assista no trabalho,,, seus colegas já sofrem tendo que trabalhar com você,,,,
  • Meu primeiro vídeo,,, Gravei o vídeo as 4am,,, estava com muito sono,,,

Se, depois de tudo isso, clicar em Play não me responsabilizo por absolutamente nada,,,

Instant file initialization from Ricardo Leka on Vimeo.

1807


Atualmente meu notebook (também conhecido como desktop porque a bateria já era) não tem muita capacidade de suportar alguns testes,,, (Acer Aspire 5050 – AMD Turion 1 core, 1.9GB RAM, 35GB HD),,,

Então tentei fazer uma coisa interessante,,,, criar um banco e apontar os arquivos para meu storage (QNAP TS-110),,,

Tenho 2 instâncias de SQL instaladas nesse note, 1 SQL Server 2008 R2 e 1 SQL Server 2005.

Claro que no 2008 R2 funcionou e no 2005 não…

yep2008

nop

Ai lembrei que para o SQL 2005 (e para o 2008 sem ser R2) criar uma base em local UNC eu precisava habilitar a trace flag 1807. Feito isso conseguir criar a base sem problema.

yep

Achei interessante relembrar isso, pois vai que uma hora qualquer alguém precisa, ou para fazer um LAB ou por falta de espaço (meu caso) você sempre tem uma alternativa… e muita gente nem lembra dessa possibilidade…

Corrompendo um Banco SQL


Qual a necessidade de criar uma base corrompida?

Pra que você precisa desse tipo de coisa?

Você precisa treinar…

Mesmo que saiba o que fazer, é importante treinar para situações complicadas…

É melhor fazer muita tentativa em erro em um ambiente controlado do que no ambiente de produção,,, certo?

Então,,, antes de mais nada… eu sei que você sabe,,, mas não custa nada relembrar,,,

NUNCA FAÇA ISSO EM PRODUÇÃO !!!

Bom,,, com isso em mente,,, vamos começar,,,

1. Vamos criar uma base:

CREATE DATABASE [corrompeu]
GO

2. Vamos alterar o modo de recovery da base:

alter database corrompeu
set recovery full
GO

3. Agora vamos colocar uma tabela:

use corrompeu
GO

create table vendas
(
vendasID int identity,
clienteID int default convert(int, 100000 * RAND()),
vendaData datetime default getdate(),
vendaTotal money
)
GO

4. Adicionamos um índice pra dar gosto…

create clustered index vendaCI on vendas (vendasID)
GO

5. Colocamos uns dados,,,

set nocount ON
GO

declare @conta INT
select @conta = 0
while (@conta < 50000)
begin
    insert into
vendas (vendaTotal)
    values (100*RAND())
    select @conta = @conta +1
end
GO

7. E vamos fazer uns backups

use master
GO

backup database corrompeu
to disk = ‘d:\db01\local\corrompeu_1.bak’
with init
go

backup log corrompeu
to disk = ‘d:\db01\local\corrompeu_2.trn’
go

8. Bom,,, com os backups feitos,,, vamos ver as páginas que foram criadas,,,

dbcc ind (‘corrompeu’,‘vendas’,1)
GO

9. Escolha uma página e coloque no lugar do XXXXX

DBCC TRACEON (3604)
GO
dbcc page
(‘corrompeu’,1,XXXXX,3)

Você deve ver alguma coisa do tipo:

dbcc

A página que eu escolhi foi a 1:493. Meu vendasID vai do registro 24256 até 245000.

Agora começa a ficar legal….

10. Vamos colocar a base offline:

alter database corrompeu
set offline
GO

11. Agora um simples cálculo…

select 493*8192
GO

Temos o número em decimal da localização da página no arquivo .mdf

12. Com esse número vamos utilizar um editor Hexadecimal para achar a linha dentro do arquivo .mdf.

  • Dentro do editor de Hexadecimal, abra o arquivo .mdf (neste caso D:\DB01\Corrompeu.mdf).
  • Clique em “Localizar” e escolha “Ir Para”.
  • Escolha a opção “DEC”, digite ou cole o resultado do cálculo acima e depois cliente em “HEX”, ele vai converter o valor para Hexadecimal.

localizar

  • clique em “OK”
  • Altere a linha onde o cursor esta piscando para 00 (zero-zero), ela vai ficar em vermelho.

alterado

  • Salve o arquivo.

13. Agora dentro do SQL vamos voltar com a base online:

alter database corrompeu
set online
GO

14. Usando o DBCC CHECKDB, vamos ver se a base está realmente corrompida…

dbcc check

Legal,,, temos uma base corrompida…

15. vamos tentar um select na tabela,,, e olha lá o erro,,,

select

Bom,,, legal… temos uma base corrompida,,, e agora?

Agora fica legal… o objetivo é deixar a base operacional sem perder informação… imagine que essa é sua base de produção e justamente essa tabela é a folha de pagamento,,, olha que legal…

Uma dica: tentei fazer o processo de restore no SQL Server Denali CTP 1 e não consegui restaurar apenas a página, tive que remover ela e reinserir os dados através de outra base, fiz o mesmo processo de restore apenas da página no SQL Server 2008 R2 e funcionou sem problema.

Se alguém precisar de ajuda é só deixar o comentário…

ATUALIZAÇÃO:

Segue o link do SkyDrive com a base, backup e o script desse exemplo:

https://skydrive.live.com/?cid=5145b04265f2979d&sc=documents&id=5145B04265F2979D%21171#

TOP 5 – Ferramentas grátis


ATUALIZAÇÃO !!! – 20/09/2012

Esse post é para falar de ferramentas gratuitas,,, é com muito pesar que estou retirando o SSMS Tools Pack do primeiro lugar, a partir da versão 2.5.0.0 ele deixou de ser de graça, logo, vai contra o intuito do post…

Estou substituindo pela ferramenta SSMSBoost

Tem gente que gosta de fazer as coisas na marra,,, sem ajuda de nada,,, script de baixo de script,,, Isso é muito legal, tem muita coisa que só se resolve assim,,,

O importante é conhecer o que o mercado oferece quando você quer “uma ajuda” ou pra realmente facilitar o dia a dia,,,

O meu TOP 5 de ferramentas gratuitas são:

  1. Pra quem gosta de trabalhar com o SSMS, um add-on bem legal é o SSMS Tools Pack desenvolvido por Mladen Prajdić. Ele adiciona algumas funções bem legais como: histórico, snippets, gerador de código… Acho uma ferramenta pequena e legal… Uma ferramenta muito interessante para adicionar funcionalidades ao SSMS é o SSMSBoost ele adicionar recursos muito bons como snippets, localizador de objetos, alterador de barra de titulo e uma coisa bem legal que é o cadastro de conexão onde você pode colocar alerta de ambiente de produção,,, ai ele avisa, dependendo do comando que você precisa prestar atenção antes de dar um truncate table por exemplo…. Ele é de graça, mas naquelas, você precisa reinstalar ele a cada 45 dias (não é trial, é só uma coisa chata que o desenvolvedor colocou),,,
  2. Quem nunca passou raiva com o gerador de plano de execução do SSMS que drop um banco?,,, Se você usar o SQL Sentry Plan Explorer pelo menos uma vez, não vai querer deixar de usar,,, ele mostra de uma forma fácil de entender qual parte do plano estásendo mais custoso para a operação… fora outras coisas legais…
  3. Não pode faltar de jeito nenhum o Who is Active desenvolvido por Adam Machanic e por falar nele, existe um add-on da Schema Solutionsque adiciona uma interface gráfica para a execução de procedure.
  4. Na primeira vez que vi essa ferramenta não achei que seria tão útil, mas o SQL Trace Analyzeré bem interessante. Ele analisa o Profiler capturado em arquivo ou banco e gera um relatório consolidado mostrando o impacto, tempo, processamento, IO, etc.. E de brinde ele instala um monitorador de Locks/Blocks. O problema dessa ferramenta é a parafernália que ele instala, mas você pode remover o resto das coisas e ficar só com o programa principal.
  5. E não podia faltar alguma forma de monitorar o que acontece com o banco,,, para isso achei o IgniteFree, uma ferramenta muito simples de configurar e com muita informação relevante. Claro que a versão Trial/Full tem mais opções, mas mesmo na versão free é uma ótima ferramenta. Ela é leve, não ocupa muito espaço, não gera pressão na máquina que está sendo monitorada e de quebra ainda consegue monitorar uns Oracles que você tenha perdido no ambiente…

Alguns comandos DBCC (não documentos)


ATENÇÃO: apenas para constar que NÃO me responsabilizo se você testar isso em seu ambiente e apresentar problemas

Vamos pelo básico,,,

Para listar os comandos DBCC: DBCC HELP(‘?’)

Para uma ajuda mais específica sobre um comando: DBCC HELP(‘SQLPERF’)

Bom,,, agora vem a parte divertida,,,

Para exibir os não documentados você precisa habilitar um TRACEON: DBCC TRACEON(2588) — O 2588 é para 2005 e 2008, para 7 e 2000 é 2520

Depois de habilitar o traceon execute um: DBCC HELP(‘?’) WITH NO_INFOMSGS

Agora vem um esquema camarada legal,,, Continuar lendo

Qual tipo de driver de conexão está sendo usado?


Recentemente um cliente me pediu ajuda para identificar um problema bem interessante.

O time de desenvolvimento dele havia instalado uma aplicação ERP em 4 servidores, desses 4 servidores apenas 1 estava apresentando lentidão e as vezes erro enquanto executava qualquer tipo de acesso ao servidor SQL. Ele comentou que já havia pedido ao time de SO reinstalar o Windows mas, mesmo depois de reinstalar não fez nenhuma diferença.

Como teste simples, criei um arquivo de 1GB vazio usando o FSUTIL:

fsutil file createnew c:\teste.txt 1073741824

Copiamos esse arquivo para os 4 servidores, em tempos diferentes e ao mesmo tempo, nos testes não notamos diferenças de tempo entre as cópias.

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Alterando o Collation do servidor


Todo mundo já percebeu que quando você está instalando o SQL Server, em algum ponto da instalação você tem que escolher qual o collation que será usado para aquela instância,,, Até ai sem problemas,,,

Mas depois você percebe que alguém do time de DEV te manda um print screen com alguma mensagem de erro do tipo:

Cannot resolve collation conflict for equal operation

Ai essa mesma pessoa lhe informa que quando aponta a aplicação X para o banco de DEV e faz a mesma coisa não tem erro. Você acessa a instância Continuar lendo

Dicas para otimizar suas funções SQL


Existe uma grande diferença entre escrever uma instrução SQL que funciona e uma que funciona bem e é performática.

Algumas vezes os desenvolvedores estão muito focados em escrever suas queries que apenas resolvam uma tarefa específica sem levar em consideração performance ou o impacto na instancia do SQL server, como por exemplo quantidade de CPU, IO e memória que eles estão consumindo.  Assim, eles comem outros processos do SQL Server durante a execução derrubando toda a instância. Este artigo tentará prover ao desenvolvedor alguns pequenos detalhes que podem ajudar a otimizar as instruções.

Um grande número de livros e “white papers” foram escritos falando sobre performance no SQL server e este artigo não ira de forma alguma substituir o conhecimento que pode ser adiquirido com esses livros e “white papers”. A intenção é prover uma lista rápida para ajudar o desenvolvedor a identificar possíveis gargalos que podem existir no código SQL.

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Uma pequena coleção de comandos DBCC


Existe um número bem legal de comandos DBCC que não fazem nada de mais a não ser checar consistencia no banco de dados. Eu coloque alguns no script abaixo. O primeiro comando é o único considerado mais “perigoso”, isso causará um grande stress no sistema de I/O enquanto efetua a limpesa do cache. Dependendo do workload, isso pode levar alguns minutos, e durante o processo ele pode impactar a performance.

-- A Small Collection of Useful DBCC Commands
-- Glenn Berry
-- August 2010
-- http://glennberrysqlperformance.spaces.live.com/
-- Twitter: GlennAlanBerry

-- Clears out contents of buffer cache
-- Use caution before doing this on a production system!
DBCC DROPCLEANBUFFERS;

-- Clears procedure cache on entire Continuar lendo